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quinta-feira, 8 de março de 2012

Eu Vi




PROESIA










Saiba mais em







Sexy Yemanjá

A noite vai ter lua cheia
Tudo pode acontecer
A noite vai ter lua cheia
Quem eu amo vem me ver
Tem a ver com o mar
Um luar solar
É o amor que me incendeia
Vou sair de mim
Leve como o ar
E agradar minha sereia
Se ela me chamar
E quiser me amar
Eu vou, vou vou, vou vou vou vou vou, vou
Sexy Yemanjah
Tudo a ver com o mar
A noite vai ter lua cheia

A noite vai ter lua cheia
Tudo pode acontecer
A noite vai ter lua cheia

Olha a lama!
Quem eu amo vem me ver
Vou me preparar, num banho de mar
Pronto pra ser todo seu
Vou amar demais, quero estar em paz
Entre nós só sexo e Deus
Se ela me chamar
E quiser me amar
Eu vou, vou vou, vou vou, vou, vou, vou, vou..
Sexy Yemanjah
Tudo a ver com o mar
A noite vai ter lua cheia
A noite vai ter lua cheia
Quem eu amo vem me ver
A noite vai ter lua cheia

Olha a lama!
E tudo pode acontecer
Ai, papa
Yo só quiero lembrar
Que a luz da luna

Vien del sol..
Ai, papa
Yo só quiero lembrar
Que a luz da lua






segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mobilidade Urbana - Berlineta



“Tem gente que quase perdeu o uso das pernas: desce de elevador até a garagem, dirige até o estacionamento do trabalho, onde pega o elevador até o escritório. Vive no ar-condicionado. Acossado por médicos, doenças e barriga, caminha no mesmo lugar, na esteira. A bicicleta vem reconquistando terreno como esporte e lazer. Precisa ser meio de transporte. É só uma questão de mentalidade”.
Juremir Machado da Silva


Contribuições para o debate sobre a questão da Mobilidade Urbana na Periferia de Porto Alegre - O uso da bicicleta em Meio Urbano – Estudo de Caso: CALOI Berlineta 1978 – Santa Isabel – Viamão / RS.
É possível realizar um deslocamento para o litoral utilizando transporte alternativo (coletivo + Bike)?

SIM ?!

ou

NÃO?!
Fiz esta pergunta ontem aqui neste espaço. Já há uma resposta: SIM!
É possível, basta querer.
O Fato é: “A Cultura do automóvel é muito forte” Z
Contudo, é necessário resistir.
Faça o teste e saia do lugar comum (do assento). O uso do automóvel gera um círculo de escravidão e provoca diversos males para o indivíduo (obesidade, depressão, estres / estresse, entre outros).

Leia
 “O Apocalipse Motorizado”
Visite

Veja a imagem abaixo:




Uma bicicleta, certo?!
Antiga, muito, antiga.

Ela tem um diferencial: é  D O B R A V E L
Ou seja, facilita o transporte.



A seguir, a bike dobrada:







 E agora voce vai vê-la embalada para a viagem:


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Zeferino Jacomini









Zeferino JACOMINI (1942/2001)


“Oh!
Como sou feliz!
Como bem digo os sofrimentos
Porque passei na terra”.
Pai Jacó
http://acidadedesantaisabel.blogspot.com 


1942

Zeferino Jacomini nasceu no dia 21 de janeiro de 1942 na Cidade de Passo Fundo, Estado do Rio Grande do Sul. Filho de Adolpho Jacomini e Olinda Corá que possuíam mais doze filhos. Família de descendência ítalo-brasileira, desenvolvia atividades laborais em meio rural.
1960
Zeferino Jacomini ingressa na carreira militar, através do alistamento obrigatório no Exército Brasileiro.
1962
Zeferino Jacomini viaja para Porto Alegre, a fim de ingressar na Brigada Militar. Passa a morar no Bairro Menino Deus e trabalhar no Primeiro Batalhão da BM (Avenida Praia de Belas, esquina com Avenida Ipiranga). Ali permaneceria por três décadas, empunhando as armas do Estado, dedicando-se ao labor Fardado.
   
  

Zeferino (1942 – 2001)

A sétima dezena de vida seria completada neste janeiro, mas Jacomini não está mais conosco. Ficou a lembrança da HONESTIDADE e perseverança de um homem digno de uma história de vida ilibada. E nestes tempos em que os parâmetros da Moral e dos Bons Costumes cada vez ficam mais tortuosos é bom lembrar Jacó.  Zeferino trabalhou, trabalhou e trabalhou. Zeferino não trapasseava. Zeferino não “enrolava”. Zeferino não “roubava”.
A bem pouco tempo escrevemos: “Zeferino (em três tempos)”. Texto disponível em:





Segue abaixo imagem dos herdeiros de Zeferino, por ocasião da Cerimônia de Primeira comunhão dos dois varões mais velhos (Jacques e Charles):













Segue abaixo imagem de Zeferino (o primeiro da esquerda para a direita), por ocasião da Cerimônia de enlace matrimonial de Terezinha Xavier Casagrande e Germano Casagrande que ocorreu em 1979:











Acompanhe abaixo os links para sites da internet onde os temas aqui abordados podem ser aprofundados:  


·         Homenagem a Zeferino Jacomini



·         4ª MOSTRA MUNICIPAL DE ARTE E CULTURA - VIAMÃO 261 ANOS DE HISTÓRIA (O primeiro e, até o presente momento, único projeto cultural da Santa Isabel habilitado pela Secretaria Estadual da Cultura, através da LIC)



·         Viamão



·         A Cidade de Santa Isabel



·         Vídeos JacquesJa


19/01/2012
23:06 h
9


Z




Segue abaixo imagem dos botões do fardamento militar de Zeferino Jacomini. Digitalização e montagem de Jacques Jacomini:



 



sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Cachoeirinha





CENTENA

A conclusão de 2011 vem uma grata satisfação para nós: já são mais de uma centena de imagens da Cidade de Santa Isabel publicadas no Panoramio ( http://www.panoramio.com/ ).

 A cachoeirinha do Moro Santana (foto acima) é um exemplar desta "mais de uma centena" de fotografias inéditas, de próprio punho. Trabalho feito voluntariamente pela nossa "equipe" e dedicada exclusivamente para a nossa nação isabelense (muitos dos quais já não mais na Santa Isabel).

O trabalho prossegue e, em breve, teremos a "multiplicação das imagens". De centena a centena, ao milhão (aos milhões). Não que a quantidade seja importante, mas temos muito o que mostrar. O acervo do Banco de Imagens é muito maior do que a nossa capacidade de processamento prévio (necessário a publicação das mesmas).
Passo a passo, vamos avançando.
Acompanhe.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Zefiro




Zéfiro, o vento Oeste, era irmão de Bóreas e habitava na Trácia. A lenda descreve-o como um vento primitivamente violento, que destruía tudo com o seu sopro indomável: arrasava plantações, provocava naufrágios, causava grandes danos aos homens mas uma grande paixão o fêz mudar.

A súbita paixão de Zéfiro por Clóris - chamada de Flora pelos romanos - transformaou o caráter mitológico do vento
dando-lhe uma versão benéfica. Clóris era a rainha da primavera e era quem espalhava a beleza das flores ao mundo, dando-lhes as cores e o perfume. O contraste com Zéfiro, o vento que destruia a beleza das flores, fêz com que Cloris o rejeitasse.

Mas o amor de Zéfiro era sincero, pleno e construtivo. Para conquistar Clóris, ele transformou a sua
personalidade tempestuosa e destrutiva, tornando-se um vento suave que soprava lentamente para não danificar a beleza criada por sua amada. Representado na forma de um jovem com asas que anunciava a primavera e o renascer das plantas, Zéfiro e Clóris tiveram um filho, Carpo - o fruto.