sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Projeto Lagoas Costeiras




Pesquisadores da UCS, com o patrocínio da Petrobras - através do Programa Petrobras Ambiental - e do Governo Federal, desenvolvem, de abril de 2011 a março de 2013, o Projeto Lagoas Costeiras II com o objetivo de implementar a gestão sustentada das lagoas costeiras e da água subterrânea baseada no diagnóstico da qualidade e na utilização racional dos recursos hídricos nos municípios gaúchos de Cidreira, Balneário Pinhal e Palmares do Sul.
O projeto LACOS II foi destacado pela "Ação Iniciativa Ícone" do Setor de Comunicação da Petrobras Ambiental. Entre mais de 100 projetos no país inteiro, somente 13 receberam essa menção.

http://www.ucs.br/site/projeto-lagoas-costeiras/



Hemofilia canina



Primeiro Hematoma

Vejam a cabecinha do Tililim. Aquela protuberância era o seu primeiro hematoma. Nós não tínhamos noção de tudo o que ocorreria na sequencia. Há muita desinformação e ignorância entre nós (incluem-se aqui indivíduos da classe médica veterinária), quando o assunto é hemofilia canina.
Se você tem um cão especial, procure um especialista. Não permita que curiosos e pessoas despreparadas coloquem em risco a vida do seu animal de estimação.

Cão hemofilico




Primeiro Hematoma

Vejam a cabecinha do Tililim. Aquela protuberância era o seu primeiro hematoma. Nós não tínhamos noção de tudo o que ocorreria na sequencia. Há muita desinformação e ignorância entre nós (incluem-se aqui indivíduos da classe médica veterinária), quando o assunto é hemofilia canina.
Se você tem um cão especial, procure um especialista. Não permita que curiosos e pessoas despreparadas coloquem em risco a vida do seu animal de estimação.

Lua Azul




Lua Azul da Abundância

Acredita-se que a Lua Azul começou a ser cultuada, inicialmente, entre os
egípcios, com a substituição do calendário Lunar, que marcava o tempo usando
as fases da Lua, pelo Solar, que introduziu o conceito do mês de trinta
dias. Lua Azul é o nome que se dá à segunda Lua cheia dentro do mesmo mês.
Um fenômeno que acontece, em média, uma vez a cada dois anos e sete meses,
sete vezes a cada dezenove anos e trinta e seis vezes no século. Desde a
antiguidade, a Lua Azul é considerada um acontecimento de muita força
magnética e poder espiritual, reforçando o sentido de plenitude da Lua
cheia.
A Lua Azul nos proporciona uma oportunidade a mais de tocar o divino, um
aumento de consciência diante das forças sobrenaturais reforçando assim, o
intercâmbio com os outros planos, reinos e dimensões. Por ser considerada
"um tempo entre os tempos", um momento raro, e por isso, muito mais poderoso
e mágico, fica mais fácil alcançar "o mundo entre os mundos" por meio dela.
É uma Lua de abundância, que permite colher muito mais do que plantamos. Os
encantamentos têm maior poder e os resultados são mais rápidos. Pensamentos
e desejos tornam-se mais intensos e, assim, qualquer ritual exige maior
cautela em relação aos objetivos e pedidos. Mais do que nunca vale a
advertência "cuidado com o que pedir, pois você pode conseguir"!
Com o surgimento do calendário Juliano,no início do cristianismo, o culto à
Lua Azul passou a ser reprimido por ser considerado uma exacerbação da
simbologia lunar, do poder feminino e do culto às Deusas, assuntos
perseguidos e proibidos. Mesmo assim, permaneceu sua aura romântica e
poética e a Lua Azul passou a ser associada à crença de que era propícia ao
romance e ao encontro de parceiros. Surgiu o termo inglês blue moon,
significando algo muito raro, impossível, dando origem a inúmeras músicas e
poemas melancólicos ou esperançosos.
Na Mitologia Celta, esta Lua favorece o contato com o Reino Encantado dos
seres da natureza. Invocam-se as Rainhas das Fadas – Aeval,Aine, Aynia, Bri,
Creide, Mah e Sin – e empreendem-se viagens reais ou imaginárias para as
"Sidhe", as colinas encantadas, morada do "Little People", o Povo Pequeno.
Para agradar as Fadas, os Celtas cultivavam perto de suas casas suas plantas
preferidas – calêndulas, verbenas, violetas, prímulas, e tomilho – e
deixavam oferendas de mel, leite, manteiga, pão, e cristais nas clareiras
onde os círculos de cogumelos denotavam sua presença. Para favorecer a
"visão", abrindo a percepção psíquica, usava-se Artemísia, em chá ou em
infusões para banhos, suco de samambaias ou orvalho passado nas pálpebras,
saches de mil folhas e hipericão, invocações mágicas adequadas.
A Lua Azul é regida pela Matriarca da 13 Lunação.Ela é "aquela que se torna
a visão", a guardiã de todos os ciclos de transformação, a mãe das mudanças.
Esta Matriarca nos ensina a importância de seguir nosso caminho sem nos
deixar desviar por ilusões que possam vir a interferir em nossas visões.
Cada vez que nos transformamos, realizando nossas visões, uma nova
pespectiva e compreensão se abre, permitindo-nos alcançar outro nível na
eterna espiral da evolução do espírito. A última visão a ser alcançada é a
decisão de simplesmente SER. Sendo tudo e sendo nada, eliminamos os rótulos
e definições que limitam nossa plenitude.
Para criar uma atmosfera adequada a uma celebração da Lua Azul, use velas e
roupas azuis. Prepare água lunarizada expondo garrafas de vidro azul, cheias
de água, aos raios lunares. Prepare "travesseiros dos sonhos" enchendo uma
fronha de tecido azul com flores de sabugueiro, lavanda ou alfazema,
hipericão, folhas de artemísia e sálvia. Imante cristais e pedras azuis como
o topázio azul, a safira, o berilo, a água-marinha, o lápiz-lazuli ou a
sodalita. Usando músicas com sons da natureza, como pios de corujas, cantos
de baleias ou uivos de lobos, permita que sua criatividade e intuição
levem-no/a ao Reino das Fadas ou ao encontro das Deusas Lunares. Olhe
fixamente para a Lua, eleve seus braços e "puxe" a luz da Lua para sua
testa, seu coração e seu ventre.
Conecte-se, em seguida, à Matriarca, pedindo-lhe orientação sobre as
mudanças necessárias para alcançar uma real transformação.
Permaneça, depois, em silêncio e ouça as mensagens e respostas ecoando em
sua mente ou alegrando seu coração.

Texto de Mirella Faur

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Amando Tili






Amando Tili

A palavra é um limite.
O sentimento é ilimitado.
Eu escrevo o que meu coração manda.

E a RAZÃO?
A Razão é uma invenção de um homem
que decidiu carregar o seu coração no bolso.
O Coração é para ficar no seu lugar: AMANDO.

A Mando das ...
eu vivo a SAUDADE de um grande amigo
que partiu para o SEMPRE.

Palavras!?
Palavras são CERCAS
que delimitam dores d’alma.

E os POETAS?
Ah! Os Poetas!
Os poetas são CONSTRUTORES de mãos limpas.

Os poetas vivem AMANDO.
A mando dos seus corações
e nunca os colocam nos bolsos.













Amando Tili

A palavra é um limite. O sentimento é ilimitado.
Eu escrevo o que meu coração manda.
E a RAZÃO?






A Razão é uma invenção de um homem que decidiu carregar o seu coração no bolso.
O Coração é para ficar no seu lugar: AMANDO.
A(Mando) das divindades supremas, eu vivo a SAUDADE de um grande amigo que partiu para o SEMPRE.






Palavras.
Palavras são CERCAS que delimitam dores d’alma.
E os POETAS?
Ah! Os Poetas!







Os poetas são CONSTRUTORES de mãos limpas.
Os poetas vivem AMANDO.
A mando dos seus corações e nunca os colocam nos bolsos.

Eleições 2012


Com quem ficará o governo de Viamão ?
De:
Correio do Povo 
Para:
jacquesja@uol.com.br 
Assunto:
Com quem ficará o governo de Viamão ?
Data:
20/08/2012 18:49




quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Rumos Vários

Jacques de Molay




Jacques de Molay (Vitrey-sur-Mance, 1243/1244 ou 1249/1250 - Paris, 18 de março de 1314) foi um nobre e militar, nascido em Vitrey-sur-Mance, à época um vilarejo do Condado da Borgonha, e hoje em dia uma comuna francesa. Pertencia a uma família da pequena nobreza francesa, tendo sido cavaleiro e o último grão-mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários.

Fonte:

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Celito

leishmaniose

A leishmaniose é uma doença crônica, de manifestação cutânea ou visceral (pode-se falar de leishmanioses, no plural), causada por protozoários flagelados do gênero Leishmania, da família dos Trypanosomatidae. O calazar (leishmaniose visceral)[1] e a úlcera de Bauru (leishmaniose tegumentar americana)[2] são formas da doença.

É uma zoonose comum ao cão e ao homem.[3] É transmitida ao homem pela picada de mosquitos flebotomíneos, que compreendem o gênero Lutzomyia (chamados de "mosquito palha" ou birigui) e Phlebotomus.

No Brasil existem atualmente 6 espécies de Leishmania responsáveis pela doença humana, e mais de 200 espécies de flebotomíneos implicados em sua transmissão. Trata-se de uma doença que acompanha o homem desde tempos remotos e que tem apresentado, nos últimos 20 anos, um aumento do número de casos e ampliação de sua ocorrência geográfica, sendo encontrada atualmente em todos os Estados brasileiros, sob diferentes perfis epidemiológicos. Estima-se que, entre 1985 e 2003, ocorreram 523.975 casos autóctones, a sua maior parte nas regiões Nordeste e Norte do Brasil. Em Portugal existe principalmente a leishmaniose visceral e alguns casos (muito raros) de leishmaniose cutânea. Esta raridade é relativa, visto que na realidade o que ocorre é uma subnotificação dos casos de leishmaniose cutânea. Uma razão para esta subnotificação é o fato de a maioria dos casos de leishmaniose cutânea humana serem autolimitados, embora possam demorar até vários meses a resolverem-se.

As leishmania são transmitidas pelos insetos fêmeas dos gêneros Phlebotomus (Velho Mundo) ou Lutzomyia (Novo Mundo).

No início do século XX o médico paraense Gaspar Viana iniciou estudos sobre a leishmaniose, e a ele atribui-se a descoberta dos primeiros tratamentos para a doença. A doença também pode afetar o cão ou a raposa, que são considerados os reservatórios da doença, conforme referido pelo médico sanitarista Thomaz Corrêa Aragão, em 1954.

Fonte

Pousada Paloma

Viamão







Registro de ausência:
O Diário de Viamão

Não Foi Entregue Hoje

Dia 21/08/2012


Kikito





Francisco Escoboza Abad

Francisco Escoboza Abad, o popular "Kikito" não está mais conosco.
Um dos moradores mais antigos da Vila São Tomé, Kikito foi homegeado com a criação de uma comunidade no ORKUT  http://www.orkut.com/Community?cmm=42625974 . Ele era muito conhecido no bairro e recebia o auxílio de vizinhos, pois encontrava dificuldades de subsistência neste último período da vida, segundo relatos colhidos na São Tomé.
Veja abaixo, matéria jornalística falando do seu falecimento:
Idoso morre em incêndio em Viamão
Homem de 89 anos estava sozinho em casa
Um incêndio provocou a morte de um idoso em Viamão, na Região Metropolitana. Francisco Escoboza Abad, 89 anos, era o único morador da casa localizada na Vila São Tomé, que pegou fogo na manhã deste domingo.
Segundo vizinhos, o idoso não conseguiu sair, pois as chamas se alastraram rapidamente. Os bombeiros já controlaram o incêndio, cuja causa será analisada pela perícia.
Fonte:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3337798.xml

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Prem Baba Dance

Prabhu Aap Jago



Prabhu Aap Jago



PRABHU AP JAGO
PARAMATMA JAGO
MERE SARVE JAGO
SARVATRA JAGO

DUKANTA KA KHEL
KAA ANT KARO
SUKANTA KA KHEL
PRAKASH KARO

Deus desperte.
Deus desperte em mim.
Desperte em todos os lugares

Acabe com o jogo do sofrimento
E traga luz para o jogo de alegria!
Wake up God, God wake up in me
in everyone, and everywhere.
End the game of suffering and bring light to the play of joy!

Cristal - Sachcha Mission Brazil (Sri Prem Baba)
www.prembaba.org.br

Uso equivocado do poder

Bicis

domingo, 12 de agosto de 2012

Buddha Bhumi

OVNI



OVNI


ASSISTA AO VIVO PELA INTERNET
www.tvfloripa.org.br, a seguir clique em Ao Vivo e depois na seta do Play

Sempre haverá a troca de realidades entre o observador e o observado. Mas sempre o observador também é o observado e o observado também é o observador.
Então, eles são vistos quando querem e porque querem.
Não emitem ruídos, não deixam marcas, aparecem e desaparecem a seu bel prazer (ou necessidade), etc. Não vêm de outros planetas, obedecem ordens, seguem um plano rígido de operação há centenas de milhares de anos, não interferem com a humanidade, não são superiores à humanidade.
Há vários tipos de naves, vários objetivos, nem todos comunicam-se entre si (apesar de obedecerem as mesmas diretivas), tem organização social, tem princípio, tem fim, são de origens diferentes (mas ao mesmo tempo da mesma origem).
Por que algumas pessoas os vêem e outras não? Por que em algumas regiões as aparições (ou exibições, no literal sentido da palavra) são freqüentes e em outras não?Eles são físicos, tanto quanto nós o somos. O som é uma das chaves para estas visualizações (ou avistamentos) que tanto nos agradam do ponto de vista humano.

PROGRAMA VIDA INTELIGENTE
com Eustáquio Andréa Patounas
Quinta-Feira, 8 às 9 da noite, AO VIVO
TV Floripa Canal 4 da NET
www.vidainteligente.blogspot.com



http://www.youtube.com/watch?v=3QHRLbvG0l4&feature=relmfu


http://www.youtube.com/watch?v=3QHRLbvG0l4&feature=relmfu



ZEFERINO JACOMINI




ZEFERINO JACOMINI (1942-2001)
reapresentando o texto originalmente publicado em











UMA MALA NA MÃO, UM SONHO NO CORAÇÃO

Bachelard nos ensina que “a vida começa bem, começa fechada, agasalhada no regaço da casa.” Contudo, chega o dia em que precisamos sair da casa natal, do lugar primeiro para experimentar outras paragens. Como não podemos carregar uma casa inteira, quando partimos de algum lugar, elegemos alguns objetos e pertences mais significativos para que eles nos acompanhem.
Tão importante quanto a própria caminhada, estes objetos são selecionados porque representam um pouco das nossas emoções, dos nossos sentimentos, afeições, amores, carinhos. A mala - de mão, de garupa ou mesmo apenas uma trouxa - de alguma forma passa a representar, mesmo que transitoriamente, o que a nossa casa, deixada para trás, representa: o nosso canto no mundo, o nosso primeiro universo. Local de refúgio e abrigo que sempre buscamos quando todos os outros lugares são apenas lugares.
Mala – Casa ?? Sim !!! Mala – Casa. A relação metafórica é essa, pois “podemos viver a casa em sua realidade e em sua virtualidade, através do pensamento e dos sonhos, em função de que todo o espaço realmente habitado traz a essência da noção de casa.”
Com a mala na mão e um sonho no coração partimos. E porque Partimos ?? Partimos em busca de novos horizontes, em busca de novas casas, em busca da realização de nossas utopias, que ao mesmo tempo em que nos remetem para saciar algumas necessidades básicas de qualquer ser humano, também nos movem para a construção de grandes realizações. Poderíamos dizer, enfim que, para nós, gente humilde e trabalhadora, estas realizações são, nada mais, nada menos do que a luta por uma vida digna, em uma casa agradável, com um emprego decente, uma remuneração adequada, enfim buscamos o que acreditamos ser e chamamos de FELICIDADE.
Se temos uma mala na mão e sonhos no coração, nos aventuramos na estrada da vida, buscando a FELICIDADE.
Foi este processo contínuo da busca da FELICIDADE, inerente a todos os seres humanos, que trouxe um jovem de 24 anos, da longínqua cidade de PASSO FUNDO para a capital do nosso Estado. Filho de Olinda Corá e Adolpho Jacomini, ambos pequenos agricultores, ZEFERINO JACOMINI, optou por ingressar na Carreira Militar e foi esta opção profissional que o trazia naquele momento para Porto Alegre. Membro de uma família numerosa, 13 irmãos, ZEFERINO JACOMINI faria carreira profissional na Brigada Militar tendo prestado cerca de 30 anos de trabalho nesta corporação. Durante estes longos anos, sempre atuou com uma conduta ética, disciplinar e moral exemplar, em razão disso, recebeu por várias vezes elogios verbais e escritos dos seus superiores hierárquicos.
A sua atuação como pai, amigo, irmão e esposo também sempre foi exemplar. Em função disto, hoje prestamos-lhe esta singela homenagem que tenta resgatar um pouco da sua história de vida.
“Lendo a sua mala” e o que nela trouxe de Passo Fundo, percebemos que JACOMINI, seu nome de guerra, hoje nos apresenta uma trajetória de vida infinitamente rica e sólida. Rica em experiência, em motivações que o fizera vencer os obstáculos da cidade grande, em força e tenacidade nos seus ideais e nos seus objetivos. Sólida na busca da manutenção da família, da preservação dos valores morais e éticos passados por seus pais.
Mário Quintana falou em verso de seu pai no poema “As Mãos de Meu Pai”:
“ As tuas mãos têm grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já da cor da terra
- como são belas as tuas mãos
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram da nobre cólera dos justos ...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai, essa beleza que se chama simplesmente vida.” (...)
Nós optamos pela prosa para falar do nosso pai, nestas poucas linhas denominada “Uma Mala na Mão, um Sonho no Coração.”
Enfim, só temos a agradecer e prestigiar este homem especial que por ainda buscar a felicidade nos ensinou a sermos felizes.
Pai, obrigado por tudo. Nós te amamos muito.
Jacques, Charles, Esteder e Nina.
Viamão, junho de 1999


Falanstério




Falanstério era a denominação das comunidades intencionais idealizadas pelo filósofo francês Charles Fourier. Consistiam em grandes construções comunais que refletiriam uma organização harmônica e descentralizada onde cada um trabalharia nos conformes de suas paixões e vocações.

sábado, 11 de agosto de 2012

Pedra fundamental



Pedra fundamental de Brasília

A pedra fundamental de Brasília está localizada no Morro do Centenário a 1033 metros de altitude e 40.º e 30.º de latitude, a oeste do Rio de Janeiro.

Para comemorar o centenário da Independência, em 7 de setembro de 1922, ao meio dia, o presidente Epitácio Pessoa faz assentar a pedra fundamental da futura capital do país a dez quilômetros de Planaltina. Baseada no sonho de Dom Bosco, a pedra fudamental caracteriza o ponto central do Brasil, "entre os paralelos 15 e 20 graus"








umbuzeiro







Umbuzeiro

Esta arvore já não existe mais (infelizmente). Ela vivia na esquina da Rua Goiás e Paraná, Monte Alegre – Santa Isabel – Viamão.
Na semana passada parte da árvore caiu, em função das intempéries climáticas. As autoridades procederam o corte do setor do indivíduo vegetal que caira. Mas esta semana uma nova intervenção da Prefeitura Municipal de Viamão levou ao chão o que restara (parte boa). Até então, entendi que havia uma intenção de preservar o indivíduo vegetal, mas hoje (10/08/2012) a surpresa nada agradavel: a árvore foi sacrificada sem necessidade aparente.






umbuzeiro

O umbuzeiro foi batizado por Euclides da Cunha em, Os Sertões, como uma árvore sagrada da caatinga. Graciliano Ramos também o descreve em Infância e Gilberto Freyre disseminou a receita de um doce de calda preparado com umbu verde.
Árvore com até 6 m de altura de copa ampla em forma de guarda-chuva com diâmetro de 10 a 15 m projetando sombra densa sobre o solo.
O umbuzeiro perde totalmente as folhas durante a época seca e reveste-se de folhas após as primeiras chuvas.
Flores brancas, aromáticas e melíferas. A floração, pode iniciar-se após as primeiras chuvas independentemente da planta estar ou não enfolhada; a abertura das flores dá-se entre 0 hora e quatro horas (com pico as 2 horas).
Frutos tipo drupa de forma arredondada, de 2 a 4 cm de comprimento, casca amarelo-esverdeada com um caroço. Polpa comestível branca, mole, suculenta e de sabor agridoce. 60 dias após a abertura da flor o fruto estará maduro.
Frutificação no verão.
O umbu é utilizado na fabricação de polpa, suco, sorvete, doce, geléia e uma grande variedade de produtos. Industrializado o fruto apresenta-se sob forma de sucos engarrafados, de doces, de geléias, de vinho, de vinagre, de acetona, de concentrado para sorvete, polpa para sucos.
O umbu possui metade de vitamina C do suco de laranja.
A resistência à seca é a principal característica do umbuzeiro, uma planta originária do semi-árido nordestino. É na raiz que se encontra o cheropódio, uma espécie de batata que armazena água utilizada pela planta nos períodos mais secos. Um umbuzeiro adulto vive em média 100 anos e pode até armazenar dois mil litros de água em suas raízes.
Seu nome em tupi-guarani é "y-mb-u", que significava "árvore que dá de beber"

http://www.arara.fr/BBUMBU.html