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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Santa Isabel Jari





Santa Isabel (jari)


Por Jacquesja


Prezados leitores
A beleza desta manhã primaveril suscita uma breve reflexão sobre a cortina eleitoral cerrada. Presta a atenção, por favor, nos “ares da Cidade de Santa Isabel”..
Vencemos a eleição. Digo, foi vencido o período do pleito eleitoral. Sobrevivemos aquela balburdia infernal das cornetas eletrônicas que tentavam nos convencer de “verdades alheias”. Foi muita poluição sonora. Especialmente a de ontem a noite com o nome de “Festa da Vitória”. Uma isabelense denuncio no “feicebuk” que cães comunitários da região corriam sofregos e desorientados pelo ruido ensurdecedor dos fogos de artifício. Tudo isso na Santa Isabel. Pergunto: Porque não fizeram a “Festa da Vitória” embaixo da borracheira (Centro de Viamão)?
A Santa Isabel demonstrou mais uma vez ser o centro social e político do Município de Viamão. Durante o pleito assisti um desfile de autoridades de grande magnitude orbitando o centro da Santa Isabel: deputados, senadores, ex-governadores, dentre outras personalidades do mundo político nacional. Portanto, a tese que defendo desde 1999 só se fortalesse a cada dia que passa: Santa Isabel não é apenas um bairro. Santa Isabel não é apenas suburbio de Viamão. A grande Santa Isabel é uma região com “ares de Cidade”. Tem muita gente que não entende esta expressão e o tipo de texto que ora costruo. O que fazer se preferem churrrasco com matéria prima de origem duvidosa?
O que André Pacheco pode fazer pela Santa Isabel? Se eu fosse o prefeito eleito traria os doze milhões e o projeto do novo centro administrativo municipal de Viamão para a Santa Isabel. Esta seria a melhor notícia que poderíamos receber no período, confirmando de forma cabal a nossa tese. Além disso, alavancaria toda a região como local, efetivamente, da região metropolitana de Porto Alegre, pois ganharia o eixo do antigo traçado definido pelo Dr. Alceu de Deus Collares com a denominação de Avenida do Trabalhador (Projeto que criou os TMs).
Foi um grande pleito. A população está de parabéns pela maturidade política demonstrada. Viamão ganha um novo período histórico com a renovação bem aquinhoada nos poderes legislativo e executivo o que certamente acarretará “novas bonanças” para a Cidade. E se me permitam um arroubo particular: Quero ter o prazer de pisar o chão do novo paço municipal, fotografar os meus pés e publicar na exposição fotográfica “Cem Pés”. A Vitória tem que ser comemorada em grande estilo.  
Obrigado pela presença dos que me assistem. Muito obrigado pela atenção dos meus leitores. Agradeço a todos e até a próxima reflexão.
Namastê.
Jacques Jacomini
Publicado em http://jacquesja.blogspot.com.br/2016/10/santa-isabel-jari.html


domingo, 12 de agosto de 2012

ZEFERINO JACOMINI




ZEFERINO JACOMINI (1942-2001)
reapresentando o texto originalmente publicado em











UMA MALA NA MÃO, UM SONHO NO CORAÇÃO

Bachelard nos ensina que “a vida começa bem, começa fechada, agasalhada no regaço da casa.” Contudo, chega o dia em que precisamos sair da casa natal, do lugar primeiro para experimentar outras paragens. Como não podemos carregar uma casa inteira, quando partimos de algum lugar, elegemos alguns objetos e pertences mais significativos para que eles nos acompanhem.
Tão importante quanto a própria caminhada, estes objetos são selecionados porque representam um pouco das nossas emoções, dos nossos sentimentos, afeições, amores, carinhos. A mala - de mão, de garupa ou mesmo apenas uma trouxa - de alguma forma passa a representar, mesmo que transitoriamente, o que a nossa casa, deixada para trás, representa: o nosso canto no mundo, o nosso primeiro universo. Local de refúgio e abrigo que sempre buscamos quando todos os outros lugares são apenas lugares.
Mala – Casa ?? Sim !!! Mala – Casa. A relação metafórica é essa, pois “podemos viver a casa em sua realidade e em sua virtualidade, através do pensamento e dos sonhos, em função de que todo o espaço realmente habitado traz a essência da noção de casa.”
Com a mala na mão e um sonho no coração partimos. E porque Partimos ?? Partimos em busca de novos horizontes, em busca de novas casas, em busca da realização de nossas utopias, que ao mesmo tempo em que nos remetem para saciar algumas necessidades básicas de qualquer ser humano, também nos movem para a construção de grandes realizações. Poderíamos dizer, enfim que, para nós, gente humilde e trabalhadora, estas realizações são, nada mais, nada menos do que a luta por uma vida digna, em uma casa agradável, com um emprego decente, uma remuneração adequada, enfim buscamos o que acreditamos ser e chamamos de FELICIDADE.
Se temos uma mala na mão e sonhos no coração, nos aventuramos na estrada da vida, buscando a FELICIDADE.
Foi este processo contínuo da busca da FELICIDADE, inerente a todos os seres humanos, que trouxe um jovem de 24 anos, da longínqua cidade de PASSO FUNDO para a capital do nosso Estado. Filho de Olinda Corá e Adolpho Jacomini, ambos pequenos agricultores, ZEFERINO JACOMINI, optou por ingressar na Carreira Militar e foi esta opção profissional que o trazia naquele momento para Porto Alegre. Membro de uma família numerosa, 13 irmãos, ZEFERINO JACOMINI faria carreira profissional na Brigada Militar tendo prestado cerca de 30 anos de trabalho nesta corporação. Durante estes longos anos, sempre atuou com uma conduta ética, disciplinar e moral exemplar, em razão disso, recebeu por várias vezes elogios verbais e escritos dos seus superiores hierárquicos.
A sua atuação como pai, amigo, irmão e esposo também sempre foi exemplar. Em função disto, hoje prestamos-lhe esta singela homenagem que tenta resgatar um pouco da sua história de vida.
“Lendo a sua mala” e o que nela trouxe de Passo Fundo, percebemos que JACOMINI, seu nome de guerra, hoje nos apresenta uma trajetória de vida infinitamente rica e sólida. Rica em experiência, em motivações que o fizera vencer os obstáculos da cidade grande, em força e tenacidade nos seus ideais e nos seus objetivos. Sólida na busca da manutenção da família, da preservação dos valores morais e éticos passados por seus pais.
Mário Quintana falou em verso de seu pai no poema “As Mãos de Meu Pai”:
“ As tuas mãos têm grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já da cor da terra
- como são belas as tuas mãos
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram da nobre cólera dos justos ...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai, essa beleza que se chama simplesmente vida.” (...)
Nós optamos pela prosa para falar do nosso pai, nestas poucas linhas denominada “Uma Mala na Mão, um Sonho no Coração.”
Enfim, só temos a agradecer e prestigiar este homem especial que por ainda buscar a felicidade nos ensinou a sermos felizes.
Pai, obrigado por tudo. Nós te amamos muito.
Jacques, Charles, Esteder e Nina.
Viamão, junho de 1999


sábado, 11 de agosto de 2012

umbuzeiro







Umbuzeiro

Esta arvore já não existe mais (infelizmente). Ela vivia na esquina da Rua Goiás e Paraná, Monte Alegre – Santa Isabel – Viamão.
Na semana passada parte da árvore caiu, em função das intempéries climáticas. As autoridades procederam o corte do setor do indivíduo vegetal que caira. Mas esta semana uma nova intervenção da Prefeitura Municipal de Viamão levou ao chão o que restara (parte boa). Até então, entendi que havia uma intenção de preservar o indivíduo vegetal, mas hoje (10/08/2012) a surpresa nada agradavel: a árvore foi sacrificada sem necessidade aparente.






umbuzeiro

O umbuzeiro foi batizado por Euclides da Cunha em, Os Sertões, como uma árvore sagrada da caatinga. Graciliano Ramos também o descreve em Infância e Gilberto Freyre disseminou a receita de um doce de calda preparado com umbu verde.
Árvore com até 6 m de altura de copa ampla em forma de guarda-chuva com diâmetro de 10 a 15 m projetando sombra densa sobre o solo.
O umbuzeiro perde totalmente as folhas durante a época seca e reveste-se de folhas após as primeiras chuvas.
Flores brancas, aromáticas e melíferas. A floração, pode iniciar-se após as primeiras chuvas independentemente da planta estar ou não enfolhada; a abertura das flores dá-se entre 0 hora e quatro horas (com pico as 2 horas).
Frutos tipo drupa de forma arredondada, de 2 a 4 cm de comprimento, casca amarelo-esverdeada com um caroço. Polpa comestível branca, mole, suculenta e de sabor agridoce. 60 dias após a abertura da flor o fruto estará maduro.
Frutificação no verão.
O umbu é utilizado na fabricação de polpa, suco, sorvete, doce, geléia e uma grande variedade de produtos. Industrializado o fruto apresenta-se sob forma de sucos engarrafados, de doces, de geléias, de vinho, de vinagre, de acetona, de concentrado para sorvete, polpa para sucos.
O umbu possui metade de vitamina C do suco de laranja.
A resistência à seca é a principal característica do umbuzeiro, uma planta originária do semi-árido nordestino. É na raiz que se encontra o cheropódio, uma espécie de batata que armazena água utilizada pela planta nos períodos mais secos. Um umbuzeiro adulto vive em média 100 anos e pode até armazenar dois mil litros de água em suas raízes.
Seu nome em tupi-guarani é "y-mb-u", que significava "árvore que dá de beber"

http://www.arara.fr/BBUMBU.html

domingo, 8 de julho de 2012

Monark Monareta




Monark Monareta


As Nossas Bikes
As bikes estão presentes em nossas vidas diariamente. E, como não poderia deixar de ser, estão intimamente relacionadas a este trabalho que desenvolvemos aqui no blog. Portanto, nada mais justo do que abrir um espaço para colocá-las em tela. Hoje, o espaço é aberto para a Monark Monareta, uma clássica bike dos tempos de outrora.

domingo, 27 de maio de 2012

Praça Florença





A Última Partida

A Cidade de Santa Isabel é formada por diversas vilas, bairros grupos urbanos populares. A Vila Florença é uma parte da Santa Isabel. O futebol de campo foi uma das atividades de interesse na minha infância.
O fenomeno urbano tomou conta de toda esta região onde vivemos, eu nunca vi tanta obra civil acontecendo ao mesmo tempo. Isto é bom ou ruim? Para onde caminhamos, enquanto cidade? Estamos diante de um crescimento sustentável ou insustentável? Questões e mais questões para nós estudarmos. E as respostas? Elas haverão de surgir durante o nosso percurso (Caminhando).
 A Vila Florença é aquela comunidade que fica entre a Santa isabel e a Cecília. A Vila Florença não tem escola. A Vila Florença não tem creche (pública). A Vila Florença não tem Supermercado. A Vila Florença não tem um monte de coisas, mas tinha um campo de futebol e, no entorne dele, sociabilidades, cultura, lazer, diversão, enfim encontro de amigos (comunidade reunida). Minimamente organizada, havia ali também uma entidade associativa que organizava as atividades esportivas e sociais, dentre elas uma escolinha comunitária de futebol infantil. O esporte tem estes atributos de agregar, reunir, mobilizar pessoas.
A minha infância foi muito simples. Vivia com os meus pais ali na Rua Lisboa, esquina com Napoleão Bonaparte (Vila Miguelina). A minha mãe tinha um armazém (Armazém Jacomini). Eu ajudava nas atividades comerciais da família. Nas horas vagas, ficava ali pela frente, observando os transeuntes. Nos sábados havia um fluxo intenso de florentinos (ou florencianos) que faziam o seu deslocamento semanal até “a vila” (Isabel) para buscar abastecimento (geralmente nos supermercados Dosul e no Sete Irmãos). Nos domingos a tarde, dia de descanso e lazer, eu ia assistir os jogos de futebol que ocorriam no Campo da Florença. Eu tinha um determinado interesse por futebol (hoje, não mais). Pensava na possibilidade de ser um goleiro (Pode?). Coisas de criança.
A palavra mais bonita que eu conheço em antropologia é “Tradição”. Não só a palavra, mas tudo o que ela encerra. Hoje eu fiu no campo do Florença (pedalando – Bicicletada.org).Conversei com amigos, testemunhei a “Tradição” do lugar, me emocionei com os relatos da “Última Partida”. Fiz fotos, consultei os mais antigos sobre questões diversas, enfim vivi (e revivi) aquela emoção de ser comunidade que se encontra e exige espaços de encontro, de cultura, de esporte e de lazer. A comunidade está prestes a receber do poder público um novo equipamento urbano denominado “Praça”. Ouvi crianças que falavam em uma pista de skate. Eu não sei se está previsto um equipamento deste tipo ali no outrora Campo do Florença.  Eu sei que o Bar do Carioca fechou. O mesmo ocorreu com o Bar da Gringa. A chácara do Tio Zuza foi transformada em loteamento e o Campo de Futebol abriu espaço para uma praça. A Praça do Florença. Saudosismo? Não, urbanismo!









A Última Partida

A Cidade de Santa Isabel é formada por diversas vilas, bairros grupos urbanos populares. A Vila Florença é uma parte da Santa Isabel. O futebol de campo foi uma das atividades de interesse na minha infância.
O fenômeno urbano tomou conta de toda esta região onde vivemos, eu nunca vi tanta obra civil acontecendo ao mesmo tempo. Isto é bom ou ruim? Para onde caminhamos, enquanto cidade? Estamos diante de um crescimento sustentável ou insustentável? Questões e mais questões para nós estudarmos. E as respostas? Elas haverão de surgir durante o nosso percurso (Caminhando).
 A Vila Florença é aquela comunidade que fica entre a Santa Isabel e a Cecília. A Vila Florença não tem escola. A Vila Florença não tem creche (pública). A Vila Florença não tem Supermercado. A Vila Florença não tem um monte de coisas, mas tinha um campo de futebol e, no entorne dele, sociabilidades, cultura, lazer, diversão, enfim encontro de amigos (comunidade reunida). Minimamente organizada, havia ali também uma entidade associativa que organizava as atividades esportivas e sociais, dentre elas uma escolinha comunitária de futebol infantil. O esporte tem estes atributos de agregar, reunir, mobilizar pessoas.
A minha infância foi muito simples. Vivia com os meus pais ali na Rua Lisboa, esquina com Napoleão Bonaparte (Vila Miguelina). A minha mãe tinha um armazém (Armazém Jacomini). Eu ajudava nas atividades comerciais da família. Nas horas vagas, ficava ali pela frente, observando os transeuntes. Nos sábados havia um fluxo intenso de florentinos (ou florencianos) que faziam o seu deslocamento semanal até “a vila” (Isabel) para buscar abastecimento (geralmente nos supermercados Dosul e no Sete Irmãos). Nos domingos a tarde, dia de descanso e lazer, eu ia assistir os jogos de futebol que ocorriam no Campo da Florença. Eu tinha um determinado interesse por futebol (hoje, não mais). Pensava na possibilidade de ser um goleiro (Pode?). Coisas de criança.
A palavra mais bonita que eu conheço em antropologia é “Tradição”. Não só a palavra, mas tudo o que ela encerra. Hoje eu fui no campo do Florença (pedalando – Bicicletada.org). Conversei com amigos, testemunhei a “Tradição” do lugar, me emocionei com os relatos da “Última Partida”. Fiz fotos, consultei os mais antigos sobre questões diversas, enfim vivi (e revivi) aquela emoção de ser comunidade que se encontra e exige espaços de encontro, de cultura, de esporte e de lazer. A comunidade está prestes a receber do poder público um novo equipamento urbano denominado “Praça”. Ouvi crianças que falavam em uma pista de skate. Eu não sei se está previsto um equipamento deste tipo ali no outrora Campo do Florença.  Eu sei que o Bar do Carioca fechou. O mesmo ocorreu com o Bar da Gringa. A chácara do Tio Zuza foi transformada em loteamento e o Campo de Futebol abriu espaço para uma praça. A Praça do Florença. Saudosismo? Não, urbanismo!







Abaixo os links para sites onde os temas aqui abordados podem ser aprofundados:  


Pra não dizer que não falei das flores - Geraldo Vandré (1968)

Tiririca – Florentina

BICICLETADA

Vídeos JacquesJa

Banco de Imagens da Cidade de Santa Isabel

domingo, 20 de maio de 2012

Lado Avesso




Arquivos CESAJO – Casa Branca

Prezados Amigos

Nos arquivos do CESAJO encontramos vários registros sobre a história política local. Este panfleto é apenas um exemplo. Estamos entrando no processo eleitoral e, na medida em que obtivermos a devida oportunidade, estaremos publicando raridades como esta. Acompanhe.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Dosul





ABASTECIMENTO
A página sobre as questões que envolvem o abastecimento da nossa comunidade já deveria ter sido inaugurada antes. Contudo, somente agora conseguimos alcançar este intento. Já não era sem tempo. E abrimos a página em grande estilo, pois trazemos a tona uma imagem histórica. Resgatada em um antigo exemplar de um jornal que tínhamos a assinatura a época (1995), o logo da Rede Dosul ilustra a abertura de mais uma importante página do blog.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Cem Pés






Cem Pés
Iniciamos, em primeiro de maio de 2012, mais uma exposição fotográfica. Desta vez, o foco (um tanto inusitado) representa um novo desafio para nós. A denominação da mostra: “Cem Pés”.
A Arte fala por si mesma, portanto não há muito a dizer sobre. Fica o convite para você acompanhar e interagir conosco.
Detalhe: Este é apenas o quadro de abertura, as próximas telas serão publicadas, paulatinamente, uma a uma, neste mesmo sitio.

Para visitar a exposição, clicar no endereço abaixo:


domingo, 22 de abril de 2012










SEMENTE(Ira)
“Há que se ter coragem
 para ser você mesmo.”
Sri Prem Baba

“Al terminar la Universidad
 había comprendido dos cosas:
 la primera,  que el mundo de la intelectualidad
 y la alta cultura  me repugnaba y la más dolorosa,
 que ya no quería ser filóloga”.
Yoani Sánchez

A Semente está sendo lançada: bicicletas, bicicletas, (a revolução das) bicicleta - tada. A Arte de viver os desafios da nova fase (lunar). Amor, Fé, Esperança, Vitória. Os Cavaleiros da PAZ. Ogum!
A amiga Edna Feitosa é uma grande artista plástica. Ela acabou de enviar uma mensagem eletrônica (Novidades). A Arte de construir mandalas (com material reciclado e elementos da Natureza), alimentar desejos, suprir imaginários é o seu ofício. Edna manda avisar que está expondo um novo trabalho denominado “Sementeira”. A LUA é Nova. Obrigado Edna por compartilhar conosco a tua magnífica sensibilidade artística. PAZ
A leitura do Jornal “Diário de Viamão” de hoje (sábado – 21/04/2012) confirma o que já sabíamos: A Sociedade do Automovel é atroz e implacável com todos que buscam um lugar no trânsito dos grandes centros urbanos (vitimas). A matéria de capa traz a imagem (lamentável) de mais um corpo estendido no chão em plena via pública (os números não param de crescer). Uma criança vítima de atropelamento em frente ao prédio em que estuda, centro da Cidade de Viamão, sendo atendida por populares. Junto a imagem, a chamada da reportagem diz: “Trânsito: um dia acidentado. Pelo menos seis acidentes foram registrados em Viamão na sexta-feira (20/04/2012). Em um deles, uma criança de 11 anos foi atropelada na saída da Escola Setembrina, no centro”. Bicicletas.
















A Avenida Liberdade corta o coração da Santa Isabel, a nossa Cidade. Estávamos em um  deslocamento vespertino, dia desses, pedalando no sentido bairro – centro, no trecho compreendido entre a Avenida Walter Jobim e a Travessa da Loja Letícia. Em linha paralela estavam um automóvel, um espaço vazio e as nossas bicicletas (fila indiana).  Atrás de nós, trafegava um veículo VW Gol de cor vermelha, placas de Alvorada, tripulado por um casal de jovens. O condutor do automóvel decidiu avançar ocupando o espaço, até então vazio. Ou seja, intentava fazer uma ultrapassagem pela direita do outro automóvel que transitava em linha paralela a nós. Resultado: COLISÃO. O espaço vazio não era suficiente para um automóvel. Não sofri uma queda feia por questão de alguns centímetros, pois a colisão ocorreu entre o espelho retrovisor direito do automóvel gol e o espelho retrovisor esquerdo da minha sundown rain drop. Uma queda nestas circunstâncias geralmente é fatal para um ciclista, que se desequilibra e é arremessado ao chão ficando (invariavelmente) sob as rodas do veículo causador do “acidente”. Os Cavaleiros da PAZ – Bicicletas. Venci esta batalha. A Guerra continua.
A Cultura Africana trouxe para o Brasil o culto ao Senhor dos Metais (Tobe Ode), o sustentáculo do homem de mãos limpas e coração puro nas guerras. Na Bahia Ogum foi sincretizado na figura de Santo Antonio (Devoção Católica). Aqui nos pampas gaúchos, São Jorge, o Santo Guerreiro, é a nossa referência para falar dos que combatem o bom combate. Vivemos a ante-véspera deste grande dia, o Dia do Nosso Pai Divino. No dia 23/04 será feriado em várias cidades onde São Jorge é o santo padroeiro. No próximo dia 23 acontecerão vários rituais festivos, em diversos templos de culto religioso afro-brasileiro. Estamos armados na defesa da PAZ. Salve Jorge. Filho de Ogum balança, mas não cai. Oguliê, meu pai. Salve Jorge.






quinta-feira, 5 de abril de 2012

Crueldade Nunca Mais - Petição


 


CARTA ABERTA A FAVOR DA VIDA

A atual legislação é muito branda, no que tange à penalização para quem comete crimes contra animais, e a sociedade brasileira tem se revoltado, e se manifestado, diante das atrocidades cometidas contra os indefesos, demonstrando seu anseio por uma penalização maior para tais atos. 
Está em discussão a reforma do Código Penal Brasileiro, e há notícias de que a Lei dos Crimes Ambientais, 9605/98, cujo artigo 32 criminaliza os atos de crueldade contra animais, seria encampada no Novo Código Penal, e que as condutas já previstas como crime passariam a ser consideradas meras infrações administrativas, sendo punidas, unicamente, com o pagamento de multas.
Os animais pedem ajuda! Junte-se a nós, e lute por eles!
 

Leia e ASSINE:











CALOI BERLINETA

CALOI BERLINETA








Wiliam Metz e a Berlineta
Balneário Pinhal
Verão 2012
Autor da imagem: JacquesJa






As Nossas Bikes
As bikes estão presentes em nossas vidas diariamente. E, como não poderia deixar de ser, estão intimamente relacionadas a este trabalho que desenvolvemos aqui no blog. Portanto, nada mais justo do que abrir um espaço para colocá-las em tela. Hoje, o espaço é aberto para a Caloi Berlineta, umas clássica bike dos tempos de outrora.













Caloi Berlineta
Logo que chegou,
Resgatada de um ferro velho
Da Vila Augusta, aguardando projeto de restauro.  
Autor da imagem: JacquesJa
















Caloi Berlineta
Após a primeira fase de restauro.  
Autor da imagem: JacquesJa




 



A Revolução das Bicicletas
Link
http://www2.uol.com.br/JC/sites/bicicletas/index.html












quinta-feira, 22 de março de 2012

Amanhã é 23









Amanhã é 23

As entradas do meu rosto
E os meus cabelos brancos
Aparecem a cada ano
No final de um mês de Agosto...

Há vinte anos você nasceu
Ainda guardo um retrato antigo
Mas agora que você cresceu
Não se parece nada comigo...

Esse seu ar de tristeza
Alimenta a minha dor
Tua pose de princesa
De onde você tirou...

Amanhã! Amanhã!
Amanhã! Amanhã!...

Amanhã é 23
São 8 dias para o fim do mês
Faz tanto tempo
Que eu não te vejo
Queria o seu beijo
Outra vez...

Há vinte anos você nasceu
Ainda guardo um retrato antigo
Mas agora que você cresceu
Não se parece nada comigo...

Esse seu ar de tristeza
Alimenta a minha dor
Tua pose de princesa
De onde você tirou...

Amanhã! Amanhã!
Amanhã! Amanhã!...

Amanhã é 23
São 8 dias para o fim do mês
Faz tanto tempo
Que eu não te vejo
Queria o seu beijo
Outra vez...(2x)

Amanhã é 23
Faltam 8 dias prá acabar o mês
Faz tanto tempo
Que eu não te vejo
Queria o seu beijo
Outra vez...






 

SÃO JORGE

O SANTO GUERREIRO


Festa: 23 de abril.
Comemora-se todo dia 23.
São Jorge nasceu na Capadócia no ano de 280.
O Imperador Diocleciano mandou degolá-lo a 23 de abril de 303.
São Jorge é padroeiro dos soldados, armeiros, escoteiros .
No século XIV, foi adotado como santo padroeiro:
 da Inglaterra, Aragão e Portugal.
No candomblé e na umbanda, São Jorge é sincretizado como Ogum (ou Oxossi).











 

OGUM BEIRA MAR

Salve Jorge!

Dia 23/04 é Dia de São Jorge.

Vem aí a 59
a. Festa de São Jorge.



SÃO JORGE OGUM - SETE ONDAS

QUE CAVALEIRO É AQUELE
QUE VEM CAMINHANDO PELO CÉU AZUL ?
É SEU OGUM MATINADA
ELE É DEFENSOR DO CRUZEIRO DO SUL !
Ê AUÊ, SEU CANJIRA, PISA NA UMBANDA
Ê AUÊ, SEU CANJIRA, PISA NA UMBANDA.

(BIS)

OLHA QUE BARCO BONITO
QUE VEM NAVEGANDO EM PLENO MAR.
É SEU OGUM SETE-ONDAS QUE VEM AO ENCONTRO
DE OGUM BEIRA-MAR.
Ê AUÊ, SEU CANJIRA, PISA NA UMBANDA.
Ê AUÊ, SEU CANJIRA, PISA NA UMBANDA.

(BIS)














 

Por ocasião da 56a. Festa de São Jorge, nós criamos um espaço na internet especialmente dedicado ao Santo Guerreiro. Visite o link abaixo e veja diversas imagens inéditas que realizamos durante o evento:



















 


Paróquia São Jorge
Avenida Bento Gonçalves, 2948
Partenon, Porto Alegre/RS.