A fim de que não ocorra o “Fato Jurídico” - Esquecimento na “Novela do Pórtico” onde fomos os proponentes do projeto. Estamos dando publicidade para o ato que vai gerar um novo “Fato Jurídico”. Muito provavelmente não estaremos aqui para assistir, pois a previsão é de que serão necessários vários anos até que haja o convencimento da viabilidade político-administrativa. Quanto tempo? Não saberia afirmar com certeza se vai ser necessário o transcurso de dez, vinte ou cinquenta anos?
Salvo melhor juízo, até o presente momento, nenhum viamonense apresentou esta proposta. Portanto, a paternidade é nossa (até prova em contrário). É viável, é possível, é necessário e é imprescindível que a Cultura do “Viamão Lotado” seja passado (a limpo). Como fazer? Através da Educação. Ah, mas tem muito buraco na cidade. É verdade. Mas falta água dia sim e dia não. É verdade. Mas, enquanto seguir olhando para o próprio umbigo, vai enxergar apenas um orifício. Se olhar para o horizonte, amplia o espectro e vislumbra um universo de oportunidades, através da educação.
A fim de auxiliar o incauto e o leitor apressado, passamos a publicar o resultado de uma pequena pesquisa sobre o tema: Universidade Pública Municipal no Brasil.
Acompanhem:
Universidades públicas municipais são instituições de ensino superior mantidas e geridas por prefeituras, focadas em demandas regionais. Diferente das federais/estaduais, muitas cobram mensalidade para se financiar. Exemplos notáveis incluem a USCS (SP), UNITAU (SP), FURB (SC) e UNIFAE (SP), que se destacam no cenário acadêmico.
Principais Universidades e Centros Universitários Municipais:
Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) - SP: Possui diversos campi na região do ABC paulista.
Universidade de Taubaté (UNITAU) - SP: Instituição tradicional no interior de São Paulo.
Universidade Regional de Blumenau (FURB) - SC: Referência em ensino e pesquisa, frequentemente ranqueada entre as melhores.
Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino (UNIFAE) - SP: Centro universitário público municipal com ótimas notas no MEC.
Centro Universitário de Brusque (UNIFEBE) - SC: Focada na região de Brusque.
Centro Universitário de Mineiros (FIMES) - GO: Instituição municipal no estado de Goiás.
Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV) - PR: Atua na região do Paraná.
Características Principais:
Financiamento: Verba municipal, muitas vezes com cobrança de mensalidades para manutenção, tornando-as instituições públicas não gratuitas.
Credenciamento: São credenciadas pelo Conselho Estadual de Educação (CEE), não pelo MEC diretamente.
Objetivo: Focadas no desenvolvimento local e regional.
A sucessão dos dias e das noites, testemunho inquebrantável: Viamão é grande e pode ser maior. A Cidade da educação é aqui?
Viamão poderá vir a ser a “Cidade Educação” (ou Cidade da Educação, como preferir). A fim de que este “sonho” se transforme em realidade, necessário construção de um projeto potente que envolve dois pontos (de um total de cinco) referidos na publicação anterior.
A saber: Ponto 02 Universidade Pública Municipal; Ponto 03 Sapiens Park Viamão; Vamos desenvolver a justificativa destes dois pontos, pois ambos possuem relação recíproca, sob o ponto de vista político e administrativo. Pense: O que vai ocorrer em Viamão no decurso dos próximos cinquenta anos? Pe, P, pes.
Gente, observa. O cidadão que vai agora, ali na Praça Santa Isabel, encontra o que? O Cidadão que busca atendimento no Hospital de Viamão, encontra o que? As parcerias público privadas estão presentes em ambos logradouros citados. E como vai ser o futuro? Se depender de nós, o futuro é a educação para todos, efetivamente. Veja, por exemplo, o caso dos profissionais especializados e habilitados para atender os estudantes especiais (crianças atípicas em geral). Ou seja, não há em quantidade e qualidade necessária para atender a totalidade do “público alvo” das novas políticas públicas de inclusão e atençã integral na rede de ensino (público e privada).
A criação da Universidade Pública Municipal pode parecer proposta inviável ou desnecessária. Acreditamos que a combinação de um grande programa de inovação tecnológica e capacitação científica combinado com um grande investimento na área da educação representa uma base extremamente sólida para Viamão seguir no rumo da prosperidade. Quer um pouco de teoria? Didática Magna (Jan Amos Comenius 1592 - 1670). Se você prefere continuar discutindo com os buracos das vias da cidade, tranquilo. A falta de água, os engarrafamentos no final de tarde na Bento Gonçalves, etc. Tranquilo. Já sabemos e estamos cientes dos gargalos. A hora é de inovação e educação.
A infra estrutura viária é muito importante. Lembra o que era da Santa Isabel no horário do pico de circulação antes da implantação do anel viário alternativo da Avenida Liberdade? Hoje, o cidadão conta com vias pavimentadas auxiliares que desafogam o fluxo no eixo principal. Você pode subir a Walter Jobim, pegar a Santa Maria e fugir do fluxo intenso do miolo da “Cidade de Santa Isabel”. Para quem entra na Cidade, há a alternativa de percorrer a Avenida Medianeira e escapar da muvuca central de Santa Isabel. Isso não existia antes de um “visionário” construir as realidades atuais. Algo similar pode ocorrer na área da educação?
Viamão é grande e pode ser maior. Viamão é a Cidade da educação. Só depende de nós. Viamão é uma cidade “rurorbana” (Rural e Urbana). Está havendo um deslocamento do centro da cidade, ano a ano, devido a fatores sócio-econômicos. É necessário reconhecer que há um centro histórico em torno da igreja matriz, mas há outras centralidades surgindo. Avenida do Trabalhador (1998), Nova Perimetral (2025). A roda gira, o sistema econômico avança e o escriba escreve. Deixaremos para o próximo capítulo a questão da descentralização político/administrativa da capital velha.
Viamão é grande, mas pode ser maior? Acreditamos que sim!
Desde Porto Isabel, o nosso objetivo é contribuir com a agenda para uma Viamão mais plural, inclusiva, moderna e próspera. Trata-se de cinco projetos estratégicos que visam auxiliar as plataformas de governo dos agentes públicos postulantes ao cargo máximo do Poder Executivo da Capital Velha (prefeituráveis no pleito suplementar):
01
Hospital Público Municipal para Animais Domésticos:
02
Universidade Pública Municipal;
03
Sapiens Park Viamão;
04
Descentralização do Poder Executivo e Legislativo;
05
Gratuidade integral no transporte coletivo de passageiros (Linhas Municipais);
Na sequencia das publicações, haveremos de apresentar as justificativas para cada um dos pontos apresentados.
A Eleição Suplementar faz acelerar o surgimento de uma nova geração na política de Viamão. A Capital Velha ganha traços e feições bem mais marcados de senil e senibilidade. Bem vindo ao blog da inteligência humana.
Havia dois grupos presentes na conferência. O primeiro pugnava pela realização de mais um comício, enquanto o grupo dois defendia uma proposta alternativa: showmício. Era tarde da noite, muitos, visivelmente cansados, se entregaram e deixaram o debate para os demais. Foi que surgiu uma voz mais experiente e hábil que falou no meu ouvido: vai lá! Defende a nossa proposta. Temos que virar (vencer a eleição). Vamos fazer um grande show (mício) para animar a galera e empolgar o eleitor.
Havíamos realizado um comício na Santa Isabel, cheio de pompa e circunstância. Mobilizamos todos com a pretensão de reunir uma grande turba. Foi noticiado que estariam presentes personalidades importantes do partido, lideranças de nível regional e até nacional. Solicitamos autorização da municipalidade que fez fechar a via, interditando o fluxo de pedestres e veículos. Mega estrutura de som e de luz, caminhão palco atravessado na avenida e a expectativa maior que a altura do Morro Santana (311 metros, ponto culminante de Porto Alegre). E o resultado? Triste e lamentável. Meia dúzia de “gato pingado".
Sonoplasta profissional e trabalhador incansável na área de publicidade e eventos, foi o autor da proposta: Showmício no centro de Viamão. Ergui o corpo da cadeira, com o braço estendido, solicitei uma questão de ordem. Mais da metade da sala já vazia pelas ausências dos correligionários que, exaustos, não conseguiram acompanhar os debates, dado o adiantado da hora. Com a voz em punho, fiz a defesa da tese: devemos realizar um grande showmício. Houve resistência, os mais tradicionais (e dogmáticos) diziam não e defendiam o comício tradicional, pois atividade de cunho ideológico e menos promocional. Venceu a tese do evento mais light.
A minha memória está viva e dá testemunha de uma grande vitória no cenário político da capital velha. Foi lindo! Quase um “Planeta Atlântida” no coração do centro administrativo e religioso de Viamão que hoje concentra o debate: Centralizar ou descentralizar? (eis a questão). Eu voto pela descentralização urgente do centro administrativo (e político ou politico-administrativo) de Viamão (não é o caso de desenvolver a tese, mas fica a dica a la Weber). Não há como negar que já houve um deslocamento do centro. Os fatos puxam o Direito. Entende?
A Eleição Suplementar faz acelerar o surgimento de uma nova geração na política de Viamão. A Capital Velha ganha traços e feições bem mais marcados de senil e senibilidade. O novo sempre vem, permeado de experiência, maduro e seguro de que navegar sem instrumentos de navegação é um risco sem igual. Avançar sim, mas com segurança. Potência sem controle gera a desgraça. Não queremos um acidente, purgar por uma nova gestão plural, democrática e capaz de canalizar os anseios de uma Viamão que brota em solo urbano comunicando com o rural. E por que não uma Viamão sem crueldade animal, sem carroças e com controle populacional de cães e gatos. Avante, mais uma vitória nos aguarda ali no horizonte:a azul e branco.
Segundo informações colhidas no site oficial da municipalidade, Viamão possui um arquivo histórico desde o ano 2000. Consta que o mesmo foi criado em 12 de janeiro de 2000.
Objetivos do Órgão
O arquivo tem por objetivo relacionar, registrar, preservar e pesquisar o patrimônio cultural e documental da história de Viamão, criando dessa forma um sentimento de conhecimento histórico permanente.
A instituição é responsável pelo acolhimento, organização, conservação e "custódia" da documentação permanente do município de Viamão, sendo de livre acesso aos pesquisadores e público em geral.
Há quem cante as flores da primavera. E há quem cante as flores da primavera, do verão, do outono, e do inverno. Estes últimos são mais: F – l – o – r – e - s.
Essa pergunta está presente no imaginário da maioria dos indivíduos contemporâneos. Infelizmente, na maioria das vezes, as noções de cultura e conhecimento se entrelaçam e se confundem.
De forma arrogante, quando se quer menosprezar alguém, ao nível do senso comum, se afirma: Você não tem cultura !!!
Mas será que esta afirmativa procede ? E o que é, de fato, Cultura ??
Existem vários conceitos e definições para o termo, ficaremos com apenas três: O primeiro pensador que definiu o termo foi Edward Burnett TYLOR em 1871. No texto intitulado “Primitive Culture” (Cultura Primitiva) ele afirma “Cultura (ou civilização), em sentido etnográfico amplo, é qualquer complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, o direito, os costumes e quaisquer outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem enquanto membro da sociedade.” Foi a partir de então que um novo campo de conhecimento e investigação científica pode surgir: o antropológico.
No Aurélio (dicionário) o termo cultura é definido como: 1. Ato, ou efeito ou modo de cultivar; 2. O complexo dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e doutros valores transmitidos coletivamente, e típicos de uma sociedade; civilização. Segundo Figueiredo, em seu Pequeno Dicionário de Língua Portuguesa, vemos algumas semelhanças de conceito e algumas diferenças. Cultura, além de ser o ato ou efeito de cultivar, é o estado de quem tem desenvolvimento intelectual, sinônimo de estudo, elegância e esmero.
O certo é que cultura não é algo que se mede em uma escala definida em valores ou em quantidades. A cultura está presente nas mais diversas civilizações, povos e grupos sociais, portanto não é correto afirmar para qualquer indivíduo: Você não tem cultura. Cada civilização, povo ou grupo possui as suas próprias expressões, padrões e universos culturais que são dados segundo o seu modo de interagir como o meio (social e ambiental) em que vive, maneiras de cultuar as suas divindades, crenças e cosmologias, enfim, segundo as possibilidades que cria para se afirmar enquanto seres humanos e / ou sociais. É importante salientar ainda que não podemos confundir nível intelectual (ou escolar) com “nível” cultural (até porque já afirmamos que não podemos medir a cultura em níveis), pois a cultura não é “ensinada” (ou apreendida) na escola tradicional / formal e sim transmitida de geração para geração através de modos dinâmicos e informais fluidos no dia a dia das pessoas.
O Antropólogo Roberto da Matta, percebendo a importância desta questão, construiu o texto denominado “Você Tem Cultura ?”. Esta é uma importante referência para todos aqueles que se interessam sobre este tema e que desejam conhecer de forma mais profunda esta discussão. A AAPC possui (e a coloca a disposição dos interessados) esta obra de referência sobre o tema, bem como diversas outras que contribuem para o movimento necessário de relativização dos nossos préconceitos que equivocadamente reafirmamos durante a nossa vida.
Este é um dos livros mais importantes para a história recente da Cidade de Viamão. Em uma linguagem bem construída, Adonis apresenta um cenário citadino de uma Viamão cheia de tópicos históricos interessantes e pitorescos. É muita informação, pois lá já se vão quase um século do nascimento do autor (veja texto autobiográfico abaixo). O interessante é que Adonis fala de dentro do cenário trabalhado no livro, a Cidade de Viamão. Tendo atuado em diversas atividades profissionais e sociais, labutando na vida pública como parlamentar e também no cargo máximo do executivo, Adonis reúne um universo rico de informações sobre a velha capital dos gaúchos.
O Autor é muito feliz ao escrever “Viamão”, pois nos entrega um texto claro, objetivo e de fácil leitura. Mostra-se preocupado com o produto final da obra, declarando que refletiu muito sobre a decisão de publicar este livro, pois não é historiador, mas afirma também que não poderia deixar de construir este compêndio por tudo o que viveu e pelo o que tinha de contar sobre esta vivência.
Depois de muito garimpar, conseguimos adquirir um exemplar da obra, pois o livro está esgotado a bastante tempo. Existem poucos exemplares disponíveis para consulta. Penso que os herdeiros do legado de Adonis poderiam avaliar a possibilidade de uma republicação deste importante livro.
Texto da Contra-Capa do Livro:
ADONIS por Adonis
"Nasci na então Vila de Viamão, hoje progressista cidade, no dia 27/07/1913, na casa onde até hoje reside meu venerando pai, Alcebíades Azeredo dos Santos, sita a Rua Cirurgião Vaz Ferreira.
Após freqüentar o colégio elementar, hoje Grupo Escolar Setembrina, sob a proficiente direção do saudoso educacionista Tolentino Maia, tendo como professora Dona Carmelia Curtis, além de outras mestras, em 1927 fui concluir meu curso primário no Colégio Souza Lobo, em Porto Alegre, o qual tinha como diretora a Professora Diva Branca Pereira de Souza.
Foram minhas mestras neste educandário, as professoras Alcina Tobarda, Rita Dutra Job e Vera Simich. Residia eu, naquela ocasião, numa velha residência a Rua Benjamin Constant, sob os cuidados da conceituada educadora Dona Albertina Lavra Pinto Eder; Concluído o curso primário, retornei a Viamão, onde trabalhei nas oficinas tipográficas do ex “O Viamonense”, hoje “Correio Rural”.
Nessa cidade fui também lecionado em aulas particulares pelos doutores Nelson Barcelos da Veiga e Reverendo Gamaliel Cabral. Em 1929 ingressei no comércio em Porto Alegre tendo trabalhado na firma Furtado & Feijó.
No período de 1930 a dezembro de 1931, residi na Cidade de Gravatai lá exercendo as minhas atividadesno “Correio Rural” que para aquele município havia se transferido, tendo em vista a mudança de meu pai que passaria então a residir naquela localidade. No dia 10 de dezembro de 1931, ingressei nas fileiras da gloriosa Brigada Militar do Estado. Vida bastante acidentada a que tive na milícia estadual, pois que, bem moço ainda já era graduado e me pesavam grandes responsabilidades, tais como comandante de guarda e patrulhamento naqueles dias agitados de 1932 afora.
Devo, nesse relato biográfico tecer os maiores louvores à gloriosa Brigada Militar a quem devo a minha formação de caráter, dignidade e de homem; Em 02 de janeiro fui excluído, a meu pedido, da valorosa força estadual, após servir por mais de quatro anos. No dia 10 de fevereiro de 1936 ingressei no quadro do funcionalismo da Prefeitura do Município de Viamão.
Prestei serviços aquela municipalidade, vinte e cinco anos, ao correr de cujo tempo exerci também atividades políticas e administrativas, as quais citarei em rápidos detalhes; na vida pública, por dois quatriênios, fui vereador, tendo ocupado por três vezes a Presidência da Camara Municipal. Fui também relator de diversas comissões do legislativo viamonense, havendo sido o relator da Lei Orgânica em Vigência no município de Viamão.
Na vida social exerci os seguintes cargos: tesoureiro, durante dez anos, do Tiro de Guerra 346, secretário da Legião Brasileira de Assistência, secretário da extinta Legião do Ar, secretário da Loja Maçônica de Viamão, orador perpétuo da Liga de Defesa Nacional, secretário da comissão Revisadora da Divida Ativa do Município de Viamão, presidente da comissão de assistência social ao presidiário, além de outras entidades sociais, culturais e desportivas.
Coube-me a honra de dirigir o Município de Viamão no ano de 1959, durante 10 meses, como prefeito substituto, no licenciamento do titular, Dr. Carlos Pinto Mennet, e na ausência do vice-prefeito, Dr. Trajano Pinheiro Machado. Isso porque desempenhava eu o cargo de Presidente da Câmara Municipal.
Na vida jornalística, venho a mais de trinta anos, militando sempre em vários postos da direção do periódico “Correio Rural”.
Sou jornalista profissional registrado na 17ª. Inspetoria Regional do Ministério do Trabalho desde janeiro de 1940 e pertenço ao sindicato dos jornalistas Profissionais de Porto Alegre. Tenho exercido também minhas atividades no comércio viamonense, visto que além de haver possuído um armazém por alguns anos, estabeleci-me logo após com o bar restaurante Setembrina sito à rua Cel. Marcos de Andrade, de cujo ramo de negócio sou proprietário e dirijo há mais de 15 anos consecutivos.
São meus filhos os jovens Moacyr e Waldir dos Santos e a senhorita Adair dos Santos, filha essa que constitui em minha atribulada existência, o sonho de um pai que a quer sempre feliz, pois que ela, para mim retrata todas as supremas inspirações de afeto, amor e carinho de meus sublimes ideais.
Eis, em síntese, amigos leitores em rápidas pinceladas, o passado do autor desta modesta obra."