quinta-feira, 28 de maio de 2026

Tribuno




 


Tribuno.

Tribunal.

Improviso.


tti


Tribuno.

Tribunal.

Escrutínio.


tte


Tribuno.

Tribunal.

Perigo.


ttp









extrato da obra

 



A  SANTA  ISABEL  HOJE


        A Santa Isabel é uma das regiões da Cidade de Viamão que mais tem se destacado pelo seu potencial econômico, social, político e humano. A proposta da atual Administração Pública Municipal denominada de Orçamento Participativo possibilitou que os moradores do 4º Distrito chegassem a uma conclusão que já estava construída geograficamente: a Santa Isabel é o centro de uma região composta por mais de 20 vilas.

    Durante o processo de escolha dos representantes (Delegados) das comunidades junto ao O . P . e das discussões sobre as suas prioridades, reuniram-se mais de 200 pessoas no Salão Paroquial da Igreja da Santa Isabel, local definido para a realização destas assembléias. Foi a partir deste momento que os cidadãos desta região, encontrando os seus pares, perceberam (talvez pela primeira vez) que ali se encontravam pessoas das seguintes localidades: Campos da Colina, Condomínio Horizontal da Lomba do Sabão, Diamantina, Irma, Jardim Lacy, Jardim Universitário, Lanza, Luciana, Medianeira, Monte Alegre, Monte Castelo, Morro Santana, Nossa Senhora Aparecida, Passo do Sabão, Represa, Santa Miguelina, Sítio Lomba do Sabão, USBEE e União. Desta forma a Comunidade da Grande Santa Isabel, como alguns denominam a região, ganha a visibilidade do seu todo, da sua força de barganha política, do seu poder de organização popular, enfim adquire uma nova fisionomia social, econômica e política.

    Considerada como zona estratégica para as atividades políticas da maioria dos partidos políticos de Viamão, sondada por redes de lojas comerciais de diversos tipos que começam ali a se instalar, olhada e pesquisada pelos técnicos que investigam o crescimento da região metropolitana de Porto Alegre, almejada por moradores de classe média de Porto Alegre que buscam um local de residência alternativa ao que a capital dos gaúchos oferece, querida e amada pelos seus admiradores mais entusiastas, assim a Santa Isabel demonstra suas especificidades urbanas. Mas o que existe de fato na Santa Isabel ou quais os elementos que a diferenciam sobremaneira das demais localidades de Viamão ??  

        Mais do que vila ? Um pouco menos  que cidade ? O que é de fato a Santa Isabel ???

        A resposta final e acabada para esta pergunta está longe de ser construída, no entanto, já temos alguns elementos, fruto de investigações científicas que temos realizado na cidade, que contribuem para esta reflexão sobre o processo de construção urbana aqui referido.


ALGUNS  PRESSUPOSTOS  TEÓRICOS


Para a noção de Cidade

 Definir o que é uma cidade, de fato, não é uma atividade fácil, diante das inúmeras concepções e noções do que realmente venha a ser uma cidade em toda a extensão do termo. O urbanista e pesquisador FERNANDO GOITIA em uma BREVE HISTÓRIA DO URBANISMO afirma que “o estudo da cidade é um tema tão sugestivo como amplo e difuso; impossível de abordar para um homem só, se levarmos em conta a quantidade de saberes que haverá de acumular.” Seguindo a sua sugestão de que “não devemos perder de vista, ao estudar as cidades, as valiosas fontes que a literatura nos oferece”, trazemos alguns conceitos de cidade construídos por alguns pensadores que nos antecederam sobre este tipo de estudo.

ARISTÓTELES trabalha com um conceito político de cidade, no momento em que sugere uma noção de diferenciação entre dois tipos de cidadãos que compõe as cidades. Neste sentido ele disse que “uma cidade é um certo número de cidadãos, de modo que devemos considerar a quem devemos chamar cidadãos e quem de fato é um cidadão (...) Chamamos, pois, cidadãos de uma cidade aos que tem a faculdade de intervir nas funções deliberativas e judiciais da mesma e cidadão em geral, ao contrário são aqueles cidadãos que tem a cidade apenas para a realização da sua vida.” Excluindo a discussão política colocada na definição de Aristóteles que traz a noção de cidade-estado da Grécia (o Estado é a Cidade e a Cidade é o Estado) entendemos que, para ele, uma vez reunidos um determinado número de cidadãos, teríamos uma cidade.

AFONSO, outro pensador das cidades,  referindo-se às cidades medievais que não se concebe sem a proteção de muros ao seu entorno como defesa das ameaças exteriores, define a cidade como “todo aquele lugar que é fechado com muros, com arrabaldes e edifícios que se tem com eles”.

CANTILLON, pensador e estudioso do século XVIII, imagina assim a origem de uma cidade: “Se um príncipe ou um senhor fixa a sua residência em um lugar que o agrada e se outros senhores o acompanham e ali se estabelecem para um convívio mútuo e social, este lugar se converterá em uma cidade.” Neste conceito temos a concepção de uma cidade Barroca, de caráter senhorial e eminentemente consumidora, onde reina o luxo que foi a origem das grandes cidades do Ocidente antes do advento da era industrial.

  Para os que preferem uma distinção entre cidade e natureza, considerando a cidade como uma criação abstrata e artificial do homem, destacamos a concepção de ORTEGA e GASSET: “A Cidade é um ensaio da sucessão que o homem faz para viver fora e frente ao cosmos, tomando dele porções seletas e previamente escolhidas.”

A opção que fiz, enquanto pesquisador em ciências sociais, foi pela análise qualitativa do social, através da proposta e das ferramentas que a antropologia social oferece para a análise da dinâmica social urbana. Portanto, mais do que me debruçar sobre uma grande quantidade de dados estatísticos, tabelas quantitativas e números exatos, proponho perceber a cidade através do que consigo extrair da sua essência qualitativa, ou seja, a sua cultura, o seu imaginário, os sentimentos que a permeiam, enfim a sua alma. Digo isto para introduzir uma outra concepção de cidade, difundida por SPENGLER para quem a alma (ou o espírito, como preferir) sustenta a dialética da cidade clássica.

Segundo SPENGLER “o que distingue a cidade de uma aldeia (ou vila) não é a sua extensão, não é o seu tamanho, se não a presença de uma alma citadina (...) O Verdadeiro milagre é quando nasce a alma de uma cidade. Subitamente sobre a espiritualidade geral da cultura, destaca-se a alma da cidade como uma alma coletiva de uma nova espécie, cujos últimos fundamentos permanecem para os outros em eterno mistério. E uma vez desperta, se forma um corpo visível. A coleção de casas da aldeias (ou vila), cada uma das quais com sua própria história, se converte em um único conjunto. E este conjunto vive, respira, cresce, adquire um rosto familiar e uma forma e uma história internas. A partir deste momento, apesar das casas em separado, do tempo, da catedral e do palácio (do governo), constitui a imagem urbana em sua unidade o objeto de um idioma de formas e de uma história específica que acompanha em seu curso todo o ciclo vital de uma cultura ”

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Academia viamonense de Letras

 





Academia

viamonense

de 

Letras.


"Só quem escreve

sente

as dores

(do parto)

de uma obra".

jacquesja@zaz.com.br



Vasa!


terça-feira, 26 de maio de 2026

Cancela

 




Teatro Municipal André Ribeiro Cancela.



https://www.matinaljornalismo.com.br/parentese/ensaio-parentese/ribeiro-cancella-o-velho-mestre-do-teatro/


domingo, 24 de maio de 2026

Praça Santa Isabel




 



Praça Isabel


Solo Sagrado.

Local de encontro,

de várias gerações

que vai temperado, 

na presente data,

de presenças mil.


Temos o vermelho,

o verde, o azul.

Temos o branco, o amarelo.

O preto, o cinza, o lilás,

enfim, são tantas cores

são tantas dores.


lives, transmissões ao vivo

registros fotográficos, selfs, ...

mídia impressa e mídia não impressa

A TV aberta elege nova pauta,

chega de intriga, denúncia e "ladaia".

 Respira.


Todos e todas (re) descobrindo a Santa Isabel.

Fazendo reverências (...)

Como é linda! (A dinâmica social).

A sociedade, falando:

O Centro da Velha Capital,

está sem ar, está morto, etecétera e tal.


A Cidade de Santa Isabel respira,

respira e recebe, cordialmente,

o que vem do norte e do sul.

O Isabelense, alegre e contente,

abraça e respira:

Bem Vindo! Bem vinda!


Atenção: namorados e namoradas,

vai ter festa no salão. Paróquia (Baile e janta)

Amor e Fé! Trabalho e Sé!

Falcão, cantando: pra quem tem fé,

a vida não tem fim (um livro sem final).

Isabel, isabelense, isabelando (Feliz Eleição!)




sexta-feira, 22 de maio de 2026

Direito Eleitoral

 


Acidente Aéreo

 





Acidentes aéreos acontecem com frequência,

 veja este caso recente.

 

Dois caças colidem durante apresentação.


        Dois caças militares da Marinha dos EUA colidiram no ar durante o festival aéreo Gunfighter Skies Air Show, no estado de Idaho. O acidente aconteceu no dia 17 de maio de 2026 perto da Base Aérea de Mountain Home. 

    Os quatro tripulantes — dois em cada aeronave — conseguiram se ejetar em segurança antes da queda. Todos foram resgatados e estão em condições estáveis. Os aviões envolvidos eram caças EA-18G Growler, especializados em guerra eletrônica, pertencentes ao Esquadrão de Ataque Eletrônico 129.


    O processo de ejeção é um choque violento para o corpo. Por isso, o piloto está altamente suscetível a lesões na coluna (Fraturas, hérnias de disco e compressão vertebral intensa devido à violenta força de aceleração). Pode ocorrer ainda  outros traumas como luxações nas articulações, lesões cervicais, estalos nos olhos e, em alguns casos, perdas temporárias de consciência no impacto, etc.


    Uma ejeção ou acidente aéreo deixa marcas psicológicas significativas. O estresse agudo e a vivência próxima da morte frequentemente geram sintomas de estresse pós-traumático, ansiedade e medo. Acompanhamento psicológico intensivo é fundamental para processar o evento, recuperar a confiança e avaliar o estado mental do aeronauta antes de qualquer retorno aos céus.


        Cada aeronave tem um custo estimado em cerca de US$ 67 milhões (aproximadamente R$ 340 milhões). Após a batida asa com asa, os jatos caíram e explodiram em uma área aberta, gerando uma grande coluna de fumaça preta. Não houve registro de feridos na plateia. 

        O evento foi cancelado logo após o ocorrido e a base militar foi temporariamente fechada. Autoridades norte-americanas já abriram uma investigação oficial para apurar se o acidente decorreu de falha técnica ou erro humano durante as manobras. Relatórios do serviço de meteorologia apontaram que as condições climáticas no momento eram favoráveis e com boa visibilidade




domingo, 17 de maio de 2026

A teoria tridimensional do silêncio

 






A Teoria tridimensional do Silêncio



 (T. T. S.) 



Acompanhe a nova versão do texto:







    A intimidade subjetiva mais pura é profundamente silenciosa e desprovida de qualquer tipo de sonoridade, pois parte de instante uno, inédito e não cognitivo. Esse conjunto inicial de fatores se expande culturalmente e acaba por se desdobrar em sinais sonoros.



    Ah sociologia. Coitado do Weber. Atirou um “bote salva vidas” no rio, agonizante, quase sem ar, última janela de ar da sua vida e chamaram isso de sociologia. Maldade de algum burocrata carreirista (sentado), aguardando o próximo quinquênio. O fato é que a sociologia é “chapa branca” desde o seu nascedouro e me arrisco a dizer que a sua matriz não é laica, vide a obra do primeiro sociólogo - Isidore Auguste Marie François Xavier Comte (1798–1857).



    Voltando para a civilização que a Europa inventou, necessário lembrar que vivemos o império da letra e o letramento é uma necessidade social imposta pelo ordenamento jurídico. De um lado as sagradas escrituras e de outro a constituição (ordenamento jurídico). Detalhe a se requerer lembrança está posto nas inovações que Lutero impôs ao texto sagrado primeiro, iniciando o evento social conhecido como reforma protestante.



    O direito ao silêncio é matéria constitucional, pois ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo (vide o código de processo penal). Devemos lembrar ainda que o jargão popular diz: quem cala, consente. Aqui é como se ocultar-se seja sinônimo de romper regra do sistema. No entanto, o silêncio na situação de depoimento do réu não pode ser interpretado como confissão. Mais do que isso, pois confissão não é prova, ou seja, a produção de prova (processo penal) não se encerra com a confissão do acusado.



    Na fase do inquérito policial, por exemplo. Mesmo que o investigado assuma a autoria do delito, durante o processo de investigação policial, a regra é seguir o curso da investigação. Pois uma confissão abrupta pode estar sendo objeto de uma estratégia de encobrimento do verdadeiro autor da atividade criminosa. Não é o caso de aprofundar este debate, apenas exposto aqui para dizer que a palavra (verbo) pode ser instrumento das mais diversas estratagemas humanas (para o bem ou para o mal, mais coluna do meio).



     E por falar em sistema de justiça criminal, todos os documentos devem ser produzidos na língua oficial: portugues (Brasil). Sempre que houver a necessidade de transladar para outros sistemas de língua (estrangeira), é necessário a inclusão de tradutor juramentado previamente inscrito no tribunal. Ou seja, verifica-se que o ordenamento jurídico possui norma para a palavra e para o silêncio, mas isso não é tudo. A lei controla tudo, portanto a liberdade de expressão não é um direito absoluto. Dentro do sistema, há regras para falar e para calar. 



Vejam:



    Esse trabalho é inédito. Pesquisa científica recente, autoral e autêntica da pena de jacquesja. A inteligência artificial não sabe o que é a “Teoria Tridimensional do Silêncio” (T. T. S.), portanto nós temos que abastecer o sistema informatizado com o conceito que segue:











“A teoria tridimensional do silêncio estuda a relação do ser humano com a sua essência mais íntima. A subjetividade humana não cabe em si e extrapola os limites da matéria densa, quando não plasmada em palavras, silencia. Mas mesmo em silêncio comunica, interage e produz “provas”. Relação, intenção, potência criativa muito conhecida na poesia” (JACOMINI, 2024).











Detalhamento:



    O conceito de poesia já está gravado no sistema literário. Falta gravar o conceito de “Não Poesia” e o conceito de “Poesia Residual”. Esse é o nosso engenho no presente momento: demonstrar que a poesia é chão e a poesia residual é fruto, enquanto a não poesia é aroma. O livro e a literatura passam a ser lidos como uma linda árvore que merece ser abraçada, amada e vivida em sua plenitude, pois possui vida própria.



    Não estamos a propor apenas mais um “enlevo de poeta". Eles são importantes, mas neste momento promovemos um estudo que tem a finalidade de auxiliar as pessoas que estão vivendo algo análogo ao crime de prisão ao letramento e não percebem que pode haver “uma luz no final do túnel”. O letramento não é tudo e a ditadura da palavra pode ser abolida (ou reformada), a depender das possibilidades de vivências existenciais que pretendem vencer o convencional.







Avançando um pouco:







    O certo é que a academia está intoxicada de economia política e estamos a escrever uma nova página: Economia Cultural (assim como nos ensinou Max Weber filho). O exercício do poder político deságua na pena de prisão, fulcro do sistema de justiça criminal. O exercício da potência criativa, através da literatura deságua na poesia que acrescida da poesia residual e da não poesia dá origem a um novo sistema que pode ser apreciado através da teoria tridimensional do silêncio (T. T. S.).



    Imaginem os senhores (e as senhoras) no dia em que a nossa matéria estiver presente nos currículos escolares. O estudante vai respirar mais aliviado, pois vai silenciar sem culpa. Vai conseguir entender que o inocente não precisa participar do processo inquisitorial presente na educação formal. Sabe aquela cena constrangedora e triste: O professor aponta o dedo para o aluno (geralmente o mais exposto, inadaptado, humilde e pessoa especial), fuzilando com uma pergunta que é instrumento de dominação (institucional legal).



    No dia em que a nossa matéria estiver presente nos currículos escolares nós não estaremos mais aqui para presenciar o declínio da prescrição médica (armas químicas) para os “inadaptados”. Sendo honesto e sincero, você deve admitir que este sistema que está a operar é voltado para uma necessidade de mercado. Digo, possui uma finalidade econômica que drena o sistema econômico vigente (capitalismo) com mão de obra barata. O licenciado e o bacharel, ao final do curso, coloca o diploma na parede e vai ser mais um trabalhador precarizado (ou uberizado). 



    O atual sistema de ensino formal, não permite o ato criativo como regra, pois é exercício de poder (institucional legal) o tempo todo. A autoridade transborda na pessoa coatora (ato coator - direito) e gera o autoritarismo que virou regra, assim como o Estado de Exceção virou regra (golpe de Estado que se sucede o tempo todo). Para tanto é mais fácil a declaração: não houve golpe!



    Contudo, existe disposição de vontade para criar uma nova página na educação brasileira. Essa inovação passa por aqui e o estudo que propomos vem no auxílio do “inocente” que ainda não possui consciência do seu potencial criativo. Ele quer ser pleno e não consegue devido à repressão (maquinaria de poder institucional legal oficial). Se sair da linha vem a “palmatória”, a reprovação e na sequência a sentença penal condenatória. Primeiro reprime, cerceia a liberdade de expressão e a sentença penal condenatória aguarda quem avança na insubmissão. A regra é ser submisso e a exceção à regra é ser criativo.  Nós queremos inverter este quadro, através da educação.



    A liberdade de expressão está sendo filtrada por novos dispositivos tecnológicos que monitoram o cidadão e as suas opiniões na rede social, por exemplo, quando da emissão de declarações potencialmente lesivas ao sistema. Estamos saindo da fase dos “corpos dóceis" (FOUCAULT, 1974) para a fase das “consciências dóceis” (JACOMINI, 2026). Não podemos expressar opiniões que questionem o sistema em áreas sensíveis. Há um crescente processo repressivo em curso, a fim de salvar “as jóias da Coroa”. A sucessão de novos “Tipos Penais” surge neste contexto de controle social. Tudo se renova, menos o Estatuto do Índio (Lei 6.001/73). Por quê?



quarta-feira, 13 de maio de 2026

Religião e religiosidade


 




Religião e Religiosidade


A questão é a seguinte: Existe diferença entre os termos e/ou denominações de religião frente ao exposto na religiosidade?


A principal diferença é que a região é a estrutura institucional e coletiva de crenças, enquanto a religiosidade é o sentimento e a prática individual de conexão com o sagrado. Uma pessoa pode manifestar religiosidade sem necessariamente seguir uma religião formal. 



Observe o quadro esquemático:



Critério                                  Religião                             Religiosidade

Natureza       Institucional, social e coletiva.                  Pessoal, íntima e subjetiva.

Componentes Dogmas, rituais oficiais, clero e leis.        Fé viva, reverência e intuição do mistério.

Forma Organizada através de templos e escrituras.       Expressa pelo comportamento e devoção diária.



O que define a Religião?


Instituição social: 

Funciona como um sistema organizado com hierarquias, regras morais e tradições históricas.

Acordo coletivo:

 Reúne uma comunidade de indivíduos que compartilham a mesma interpretação sobre a divindade.

Exemplos práticos:

 Grandes sistemas globais como o Cristianismo, o Islamismo e o Budismo. 


O que define a Religiosidade?

Sentimento inato: 

Representa a propensão humana de buscar transcendência e significado além do mundo material.

Prática da fé:

 Define o grau de compromisso e a profundidade com que um indivíduo vive aquilo em que acredita.

Independência institucional:

 Manifesta-se no respeito à vida e na espiritualidade ativa, mesmo fora de igrejas ou templos. 



Você pode visitar a página abaixo e visualizar casos práticos de pesquisa sobre o tema:

https://jacquesja.blogspot.com/p/trabalhos-acadmicos.html