Açores
A Velha Capital segue sendo referência para o Sul do Rio Grande (do Sul). Sui Generis, extensa (ampla) e rica, Viamão continua lindo.
As imagens aéreas da Avenida Liberdade, produção da Secretaria de Comunicação Social, por ocasião da campanha de (re) pavimentação: eixo central da “Cidade de Santa Isabel” são dignas de nota. Confesso: fui tocado por um sentimento (de pertencimento) ímpar, especial (e enigmático).
A verdade é que não sei se estou sendo devidamente claro, mas sou honesto na produção desta nota que deve ser gravada com gratidão: Muito Obrigado! Muito obrigado, municipalidade! Muito obrigado ao administrador, Senhor Prefeito! Muito obrigado aos seus auxiliares envoltos no enlevo técnico/jurídico. A união de esforços de todos os profissionais relacionados, desde o planejamento até a execução, “entregam” muito mais do que uma simples obra viária.
A capital velha é única, iluminada e abençoada pelas mãos da padroeira: Nossa Senhora da Imaculada Conceição de Viamão. A mãe santíssima olha por nós, diuturnamente, no topo e na taipa, sob chuva e sob sol, vela pelo viamonense, mantém a estabilidade de forças que se alteram e se alternam dentro do processo divino (e não divino). Não posso aprofundar esse tema, mas posso me declarar devoto e declamar: Mãe Santíssima, rogai por nós, protegei com seu manto (azul e branco) a feição de todas as cores, mosaico do viamontes. Santana.
A Santa Isabel da Hungria é a padroeira da comunidade do Passo do Sabão, cortada pela Avenida Liberdade, acesso ao Morro Santana e, ao final, Passo do Dornelles. Somos assim, ricos de história, plenos de cultura e abençoados pela Nossa Senhora que se comunica diretamente com Santa Ana, Santa Isabel, Aparecida, Medianeira, enfim somos fortes, mas somos meigos. O Amor de Mãe fortalece a luta, mas não nos torna brutos. Seguimos meigos e fortes. Açores.
Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcellos, o sesmeiro do Morro Santana também segue altivo e forte. Desde a sua descendência, surge a cultura açoriana que ilumina e nutre a “Cultura da Vila”. São Paulo da café, Minas dá leite e a Vila Isabel dá samba, dizia o poeta sem trono (e sem dono). Não é possível viver sem arte (livro e literatura), não é possível avançar sem esperança e não é possível vencer sem amor no coração.
A conclusão não poderia ser outra: Muito Obrigado! Muito obrigado pela atenção e muito obrigado pelo instante de emoção que este breve texto proporciona ao autor e a vós. Muito obrigado pela oportunidade deste breve resgate, sintese e amálgama. A Cidade fala, o ser sensível sente e o gestor gesta novas oportunidades para todos e todas conectados (conectadas). Isabel, Viamão, Rio Grande, Brasil!









