sábado, 20 de junho de 2026

Nheengatu

 





Verbete



Turuna



Na origem cultural indígena, especificamente na língua tupi antiga, a palavra turuna (originalmente grafada como tury-un-a ou tury-una) está profundamente ligada aos elementos da natureza, à força física e à espiritualidade.

A decomposição e o significado desse termo dentro do contexto indígena revelam três camadas principais:

1. A Etimologia Tupi (A Raiz da Palavra)

O termo é formado pela junção de duas palavras do tupi antigo:Turi (ou Tury): Significa "tocha", "fogueira" ou "fogo".Un (ou Una): Significa "preto", "escuro" ou "retinto".

Literalmente, a palavra significa "fogueira negra" ou "fogo negro".

2. O Significado Metafórico e Cultural

Para os povos tupi, a junção de "fogo" (energia, transformação, calor) com "negro" (profundidade, densidade, mistério) não tinha uma conotação negativa. Pelo contrário, a expressão carregava um forte sentido metafórico:Poder Absoluto: Representava uma força intensa, concentrada e difícil de apagar, como o carvão em brasa que mantém o calor por muito tempo.

A Língua Geral e a Transição:

 Conforme a língua tupi se misturou com o português (formando a Língua Geral ou Nheengatu), o termo passou a ser usado para definir o indígena forte, o guerreiro imbatível e de pele escura/bronzeada que demonstra bravura extrema em combate.



3. A Figura do Guerreiro

 "Turuna"

Na estrutura social e cultural indígena, um "turuna" era aquele que liderava incursões na mata com destemor. Possuía grande resistência física e agilidade. Era visto como alguém "fechado para o perigo", cuja energia vital (o "fogo") era poderosa e imponente.


Érico Veríssimo

 .

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“Estou convencido de que meu primeiro contato com a música, o canto, o conto e a  mitologia se processou através da primeira cantiga de acalanto que me entrou pelos  ouvidos, sem fazer sentido em meu cérebro, é óbvio, pois a princípio aquele conjunto  ritmado de sons não passava dum narcótico para me induzir ao sono. Essa canção falava  do Bixo Tutu, que estava no telhado e que desceria para pegar o menino se este ainda não  estivesse dormindo. Mas se ele já estivesse piscando, com a areia do sono nos olhos, a  letra da cantilena era diferente: uma advertência ao Bicho Tutu para que não ousasse  descer do telhado, pois nesse caso o pai do menino mandaria matá-lo. E aí temos sem  dúvida uma efabulação ou estória, uma melodia e um elemento mitológico. Amas e criadas  encarregaram-se de enriquecer a galeria mitológica da criança, contando-lhe estórias  fantásticas, de caráter francamente sadomasoquista, como aquela da madrasta que  mandou enterrar vivas as três enteadas. (Ouço uma voz remota exlamar: xô, xô,  passarinho!...). Dessa História das meninas enterradas – carpinteiro de meu pai / não me  cortes os cabelos / minha mãe me penteou / minha madrasta me enterrou ... – guardo mais  o terror que ela me inspirou do que seu enredo. Por essa época a criança já caminhava, e  a fita magnética de sua memória estava ainda praticamente virgem, pronta para registrar  as impressões do mundo com suas pessoas, animais, coisas e mistérios”.  

Transcrição literal de trecho de obra literária. 

Extraído de “As Memórias de Érico Veríssimo”. 

In. O que é leitura.  

Autora: Maria Helena Martins 

Coleção Primeiros Passos. Número Setenta e Quatro.


quinta-feira, 18 de junho de 2026

Nossa Cidade

 



Wilder


        Nossa Cidade (Our Town) é uma famosa peça em três atos escrita pelo dramaturgo norte-americano Thornton Wilder em 1938. 

        A obra acompanha o cotidiano da fictícia Grover's Corners, celebrando a beleza das pequenas coisas e a efemeridade da vida. 

        No Brasil, destacou-se a icônica montagem do diretor Antunes Filho.

domingo, 14 de junho de 2026

A Revolução dos Costumes (e o direito constitucional)

Prezados (as)


Estamos inserindo neste espaço um texto publicado recentemente em jacquesja.blogspot.com

Acreditamos que você não tenha lido.

Também cremos que o material  pode auxiliar o seu trabalho.

Especialmente em se tratando de trabalho especializado ondes planos (e estratégias políticas) são servidos no café da manhã, no almoço e na janta. Boa refeição!

 



A Revolução dos Costumes e o Direito Constitucional brasileiro


    A nossa tese de trabalho neste momento pode ser sintetizada na frase: Estamos vivendo a maior revolução de costumes na história da humanidade? Sim? ou Não ?


A guerra está em curso e estamos a investigar uma revolução que é distinta das demais, mas está presente e precisa ser abordada de forma correta, consciente e responsável. Devemos considerar que a sociedade está mudando de uma ordem baseada na tradição e na rigidez para uma ordem baseada na liberdade individual, na diversidade e na fluidez, exigindo que o Direito e a Filosofia se adaptem a um ritmo frenético de novos comportamentos.


As pessoas mais esclarecidas e bem informadas estão demonstrando certa dificuldade em entender esse processo. As demais, apenas assistem a tudo atônitas e quedam reféns de novas forças de opressão.O ritmo é muito acelerado e as novas “realidades” sucedem aquelas já conhecidas e tangíveis. Filosofia.


    Amparo primeiro, a filosofia nos parece ser um bom ponto de partida. Neste sentido, o que falar sobre a moral? Sob o ponto de vista filosófico, podemos supor uma mudança na moralidade? A filosofia questiona os fundamentos éticos dessa mudança, focando na crise dos valores absolutos e na ascensão de uma ética pluralista. Trata-se de uma “Ética Relativista"?


    Os valores considerados universais estão sendo questionados. O bem e o mal, o justo e o injusto tornam-se subjetivos ou dependentes do contexto social. Em paralelo temos uma nova relação e reconhecimento da alteridade. Ou seja, a reflexão filosófica atual foca no reconhecimento de identidades sociais antes reprimidas, exigindo a inclusão de identidades diversas no "eu" coletivo. Racionalismo.


    Outra possibilidade de análise pode ser aquela que coloca em evidência um debate sobre as noções clássicas de racionalismo e de humanismo. Até que ponto é possível afirmar que a modernidade consolida a razão como centro de explicação da vida, diminuindo a influência da tradição dogmática sobre os costumes?


    A análise de viés filosófico pode ainda fazer pensar sobre o surgimento de um “Novo Homem"². Produto de uma "revolução do pensamento" frente a capacidade humana de moldar seu próprio destino, rompendo com padrões antigos e/ou tradições estáticas. 


Aqui é possível observar que temos mais perguntas do que respostas. Questões abertas que auxiliam o debate, mas não trazem respostas prontas e acabadas. Contudo, como base de discussão e possibilidades de destinos responsáveis, a filosofia sempre foi e continua sendo o começo das nossas construções teóricas nas ciências sociais e nas ciências jurídicas. E a sociologia?


    Segundo a nossa investigação e estudo que precede a confecção deste breve artigo, percebemos que o ponto de vista do sociólogo está concentrado no aspecto estrutural. Engenharia social? Talvez, de certa forma sim (ou não). O fato é que o bloco acadêmico - Sociológico - tem focado muito na estrutura social e nas mudanças que ocorrem nessas estruturas. Como assim?


    A sociologia interpreta essa revolução como uma transição acelerada da modernidade (concepção tradicional) para uma "modernidade líquida"³, caracterizada pela fluidez das relações. Em síntese é isso, lembrando que não estamos a construir um artigo acadêmico no seu aspecto formal e material. Alguns exemplos:


1


O que ocorre com a Família, enquanto instituição social mais elementar dentro do sistema social?


Via de regra, ocorre um processo de desconstrução da Família Tradicional. Dito de outra forma, o modelo patriarcal e monogâmico clássico dá lugar a novas configurações familiares (homoafetivas, monoparentais, uniões poliafetivas, etc).


2


As ações sociais, o pertencimento e o legado (Caracteres do Individualismo e Liberdade dentro do sistema social): aqui observa-se uma ênfase na autonomia individual (de vontade) sobre as tradições comunitárias mais envolventes e com poder de amálgama. Via de regra, o indivíduo constrói sua própria identidade social em vez de herdá-la.


3


Os Grupos sociais, a reprodução biológica dos indivíduos e a revolução dentro da revolução: Revolução de Gênero e Sexualidade. Ou seja, a ruptura de papéis rígidos de gênero permite maior liberdade sexual e de expressão de gênero, questionando normas patriarcais que duraram até o século XX. Novos papéis sociais, novas sociabilidades que faz surgir uma nova humanidade.


4


O Desencantamento do mundo levado ao extremo (As religiões e a era Digital): A tecnologia alterou a percepção do tempo e do espaço, transformando profundamente as relações de trabalho e o lazer. O círculo mágico não existe mais (como outrora) e a rede social é a regra para a malha de sociabilidades fluídas, descontínuas e ultra aceleradas na escola, na igreja e no trabalho.


    O que ele diria Weber sobre o debate? Muito provavelmente ele notaria que, na modernidade líquida, o desencantamento não apenas removeu o sagrado, mas também removeu o sentido de "propósito" de longo prazo. Se antes a racionalidade servia para construir estruturas sólidas (como o Estado), agora ela serve apenas para o consumo imediato. 


    Existe algum porto seguro para atracar? Antes de analisar, devemos retomar a idéia geral. Em resumo, estamos a investigar a existência de uma possível “revolução de costumes” e seus desdobramentos mais imediatos. No aspecto mediado, significa que a sociedade está mudando de uma ordem baseada na tradição e na rigidez para uma ordem baseada na liberdade individual, na diversidade e na fluidez, exigindo respostas de todos nós. E o Direito?


    O ponto de vista jurídico remete para o ordenamento jurídico, ou seja a necessidade de mudança na norma, reforma de códigos e emendas constitucionais. Portanto, o direito age tanto como reflexo quanto como agente dessa revolução, adaptando normas a novos costumes ou impulsionando mudanças sociais. E a cultura jurídica?


    Entendemos que a cultura jurídica é a chave ou o “ponto g”. Como assim? Vamos recorrer ao cultor alemão que versa sobre Volksgeist (Espírito do Povo). Ele afirma que o direito evolui junto com a cultura e a história. Os costumes funcionam como "fonte do Direito", forçando a lei a positivá-los (secundum legem) ou a preencher lacunas (praeter legem). Tem como viver sem o magistério de Max Weber? Jurisprudência líquida. Existe isso? Vamos com calma, pois nem Weber poderia imaginar que chegaríamos nesta página. Vejamos.


    o que dizer sobre o mundo do direito na sociedade líquida?


    No mundo jurídico, a modernidade líquida de Bauman representa um desafio direto ao conceito clássico de Direito, que nasceu para ser "sólido", estável e previsível. Se o Direito busca ordem e segurança, a liquidez social impõe o movimento e a transitoriedade. Vamos particionar esta análise em alguns pontos chave:


1. Crise da Segurança Jurídica


O Direito tradicional se baseia na ideia de que as leis são duradouras. Na sociedade líquida, a velocidade das transformações sociais e tecnológicas torna as leis obsoletas rapidamente. Isso gera o fenômeno da "inflação legislativa" (leis criadas a todo momento para tentar acompanhar a realidade) e a mudança frequente de interpretações pelos tribunais, o que Bauman chamaria de jurisprudência líquida.


2. Contratos "Descartáveis"


O princípio do pacta sunt servanda (os contratos devem ser cumpridos) sofre erosão. Na modernidade sólida, um contrato era um projeto de futuro. Na líquida, a tendência é a flexibilização: as pessoas buscam cláusulas que permitam a saída rápida, o cancelamento sem ônus e o desapego, refletindo a fragilidade dos laços descrita por Bauman no "amor líquido".


3. Judicialização das Relações Afetivas


Como os laços humanos se tornaram frágeis e os canais de diálogo se dissolveram, as pessoas recorrem ao Judiciário para resolver conflitos que antes eram resolvidos pela ética ou pela vizinhança. O Direito é chamado para preencher o vazio deixado pela erosão das normas sociais, tentando "solidificar" à força o que é inerentemente fluido (como o abandono afetivo).


4. Direito e Consumo


Na sociedade de consumidores, o cidadão é muitas vezes reduzido a consumidor. O Direito do Consumidor torna-se um dos ramos mais fortes, pois é através dele que o indivíduo busca sua proteção de identidade e satisfação. O acesso à justiça passa a ser visto quase como um "serviço de atendimento ao cliente" do Estado. Pode?


5. Desterritorialização (O Direito sem Fronteiras)


Bauman aponta que o poder flui, mas a política é local. No Direito, isso se vê na dificuldade de regular crimes cibernéticos, proteção de dados e grandes corporações transnacionais. O Direito, preso a fronteiras nacionais (sólido), tem dificuldade em alcançar os crimes e as relações que ocorrem no espaço virtual (líquido).


6. A Justiça Instantânea


Há uma pressão por decisões imediatas. A lentidão do processo judicial é vista como intolerável em uma era de gratificação instantânea. Isso impulsiona métodos como a conciliação e a mediação, que buscam soluções rápidas e menos formais, mas que também podem ser vistas como uma "liquefação" do devido processo legal.


    Em resumo, o Direito na sociedade líquida deixa de ser uma "rocha" de estabilidade para se tornar uma rede de gestão de riscos e incertezas. Destaque para o devido processo legal e as suas novas nuances. Esse ponto é muito importante, mas é correto afirmar que tem relação com a nova fase de ataques contra a suprema corte brasileira?


    Devemos avançar mais um pouco. É necessário pensar sobre a jurisdição onde observamos um movimento que vários especialistas estão a investigar: Judicialização da Moral. Arbitramento de costumes? Questões anteriormente morais ou religiosas passam a ser decididas pelos tribunais (ex: casamento civil, aborto, bioética), tornando o juiz um agente central na consolidação de novos costumes.


    A dignidade da pessoa humana é outra peça central neste tabuleiro jurídico. Na seara dos Direitos Humanos e os seus desdobramentos na Inclusão social. Aqui um fenômeno novo que onera a sociedade e impacta todo o sistema judiciário. A ampliação do conceito de direitos humanos pressupõe reconhecer que bens fundamentais são indispensáveis para todos, não apenas para minorias privilegiadas. Alcançamos o limite de laudas disponíveis.


    Gostaríamos de avançar, aprofundando o debate, mas não é possível proceder, dadas as limitações deste texto breve. Contudo, ainda há espaço para mais uma questão derradeira: Direito de Transformação Social. O Direito é usado para combater estruturas antigas (como racismo estrutural), o que pode gerar conflito quando os costumes evoluem mais rápido que as leis vigentes. Via de regra, se a decisão é positiva para a parte demandante, glórias e louvores para o Poder Judiciário. Caso contrário, protesto na rede social, a justiça é lenta, o juízo é incompetente e outras xurumelas.


    Concluímos que a nossa tese de trabalho deve ser conhecida pelos nossos pares. Dada a sua relevância e significado no atual contexto de desenvolvimento social da sociedade contemporânea capitalista. Quanto ao julgamento de mérito, parece ser necessário uma análise pormenorizada pelo colegiado, pois a decisão do juízo singular, pode vir a ser reformada pelo tribunal. De qualquer sorte, seguimos a investigar e haveremos de compartilhar os avanços da pesquisa no que toca ao inventário das questões que concernem ao estudo denominado: Estamos vivendo a maior revolução de costumes na história da humanidade?


    Muito obrigado pela atenção de todos. Até a próxima oportunidade.






 


Notas


2


A noção de Super-homem (Übermensch) para Nietzsche é um ideal filosófico, introduzido em "Assim Falou Zaratustra", que representa a superação das limitações humanas tradicionais, da moral de rebanho e do niilismo. Não se trata de uma superioridade física, mas de um indivíduo que cria seus próprios valores, afirma a vida (amor fati) e domina a si mesmo, sendo o sentido da terra.


3


A modernidade líquida é o conceito central criado pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman para descrever a sociedade contemporânea (a partir da metade do século XX). Ela se caracteriza pela fragilidade das relações sociais, individualismo, consumismo e rápida mudança, contrastando com a "modernidade sólida" anterior, que era marcada por instituições firmes e laços duradouros


Nota Geral


Na live denominada: É proibido criticar o STF, transmitida no dia 26/04/2026, Rui Costa Pimenta afirma:


“Nós temos que entender o período histórico e político em que estamos vivendo”. (PIMENTA, 2026)


Na sequência faz considerações sobre a história do Brasil desde o início do processo de redemocratização (final do período ditatorial), passando pela sucessão de governos democráticos eleitos pelo voto popular até o presente momento. Ao final questiona sobre a situação  estabilidade do direito constitucional brasileiro. Cremos que este ponto é fundamental de ser avaliado pela academia. Ou seja, estamos as vésperas de iniciar um debate sobre “a data de validade da carta magna de 1988?” O que vem por aí? Que contexto é esse? Onde o STF volta a ser alvo, a constituição volta a ser atacada e o clima esquenta em Brasília. É apenas mais uma eleição geral? Novo golpe? Nova tentativa de golpe de Estado?


sábado, 6 de junho de 2026

Madre Paulina


 





O Santuário Santa Paulina celebra três festas específicas em ação de Graças, são elas, Dedicação do Santuário Santa Paulina, Canonização de Santa Paulina e a grande Festa litúrgica de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.


3º Domingo de janeiro – Aniversário da DEDICAÇÃO do Santuário Santa Paulina.

- A Cerimônia da Dedicação do Santuário Santa Paulina aconteceu no dia 22 de janeiro de 2006, às 9h, em solene Celebração Eucarística, presidida por Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ – Arcebispo da Arquidiocese de Florianópolis, SC.


3º Domingo de maio – Aniversário de CANONIZAÇÃO de Santa Paulina.

- A Canonização foi no dia 19 de maio de 2002 no Vaticano pelo Papa João Paulo II.


2º Domingo de julho – FESTA LITÚRGICA de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.

- Dia 09 de julho de 1942, foi o dia de sua morte.


- Todos os meses, do dia 01 

ao dia 09 são realizadas NOVENAS em Louvor a Santa Paulina.


- No dia 09 de cada mês é celebrada a Missa de LOUVOR a Santa Paulina.



Link para a fonte da informação


https://paulinasanta.blogspot.com/

Pórtico (Viamão - Porto Alegre)


 




Entrando na Cidade de Viamão.


Você lembra da publicação sobre os pórticos?

      Na semana em que comemoramos a data de início das obras de duplicação da Estrada Caminho do Meio, voltamos ao termo. A Cidade cresce e se desenvolve de forma acelerada. Além de acelerada, a nossa meta é que seja acelerada e estruturada. Portanto, alguns detalhes importantes devem ser observados. Por exemplo, a circulação de veículos de tração animal em meio urbano. Não podemos conviver com estas cenas degradantes e lamentáveis em pleno ano de dois mil e vinte e seis da era cristã. É necessário uma ação dos poderes públicos competentes em relação a esta matéria. E os pórticos?

        Nós não vamos repetir toda a história, mas vamos convidar o nosso leitor para apreciar o conteúdo de um blog muito interessante que trata deste tema, contando inclusive com imagens alusivas e contribuem para o bom entendimento destas dinamicas urbanas. Vamos reproduzir abaixo um pequeno texto e duas imagens. Para os interessados, sugerimos a visita ao sítio (link abaixo) para outros detalhes.








Copa do Mundo 2014


Semipórticos de Boas-Vindas


Em 02 de agosto e 2013, se tudo correr dentro do cronograma, sem novos imprevistos, Poro Alegre terá até o Verão seus 8 semipórticos de boas-vindas para a Copa do Mundo de 2014 instalados. Desde 2009, quando um convenio com o Ministério do Turismo foi assinado e a verba garantida, a capital aguarda pelas instalações. A licitação já estava concluída, com a empresa definida, quando em 2011 o governo federal cancelou o convenio e a verba. Somente em 2012 as conversas foram retomadas e veio nova aprovação. Agora, o novo processo licitatório está em vias de conclusão. Na terça-feira, foi divulgada a contratação da empresa Siginasul-Engenharia de Sinalização Ltda, em um investimento de R$ 24.608. Passou a correr então um prazo de cinco dias uteis para eventuais recursos das outras três empresas que concorreram junto. Confirmada a vencedora e assinado o documento com a Caixa Federal, ela terá o prazo de 120 dias para a confecção e instalação das placas. A estrutura dos semipórticos sustentarão placas de 4 metros por 2 metros, que exibirão o brasão da cidade de Porto Alegre, a marca da FIFA para as cidades sedes da Copa 2014 e a mensagem de boas-vindas em três idiomas (portugues-ingles-espanhol). Elas estarão localizadas em 4 avenidas, consideradas portas de entrada da capital gaúcha: - Castelo Branco, Zaida Jarros (dos Estados), Assis Brasil, Bento Gonçalves. (Por Letícia Barbieri - Metro Porto Alegre).


https://lealevalerosa.blogspot.com/