domingo, 30 de junho de 2013

Amigo

Canção Da América

Canção Da América



Milton Nascimento



Milton Nascimento E Fernando Brant)




Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de 7 chaves,
Dentro do coração,
assim falava a canção que na América ouvi,
mas quem cantava chorou ao ver o seu amigo partir,
mas quem ficou, no pensamento voou,
o seu canto que o outro lembrou
E quem voou no pensamento ficou,
uma lembrança que o outro cantou.
Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito,
mesmo que o tempo e a distância digam não,
mesmo esquecendo a canção.
O que importa é ouvir a voz que vem do coração.
Seja o que vier,
venha o que vier
Qualquer dia amigo eu volto pra te encontrar
Qualquer dia amigo, a gente vai se encontrar.

 
 
 
 





 
 
 




Papel Maché



 
 
Papel Maché

 


 

Cores do mar
Festa do sol
Vida é fazer
Todo sonho brilhar
Ser feliz
No teu colo dormir
E depois acordar
Sendo o seu colorido
Brinquedo de papel maché

 

Dormir no teu colo
É tornar a nascer
Violeta e azul, outro ser
Luz do querer
Não vai desbotar
Lilás cor do mar
Seda cor de batom
Arco-íris crepom
Nada vai desbotar
Brinquedo de papel-maché

sexta-feira, 28 de junho de 2013

RITMANÁLISE






O que é RITMANÁLISE ?


"A Energia Vibratória é a Energia da Existência."
BACHELARD



Vivemos o último inverno do século, a atual fase é de transmutação, mesmo que meramente cronológica, as palavras (ou sentimentos) do momento são crise, stress e mudança. Em tempos de crise e de profunda transformação de padrões e normas o campo é extremamente fértil para todo o tipo de especulações sobre a existência humana, sobre o mundo e o seu futuro. Segundo o que podemos perceber com o estudo que realizamos, a Ritmanálise não é apenas mais uma destas simples especulações sobre o homem e os fatos que o rodeiam.
As pessoas estão de fato preocupadas com as mudanças que vivenciam diariamente. As reestruturações sociais, econômicas e políticas do mundo moderno levam o ser humano a buscar (ou a necessitar) a sua própria reestruturação pessoal. A oferta de bens de consumo, técnicas espirituais, aparelhos e elementos de auxílio para os problemas de ordem emocional, psíquica e existencial são cada vez mais numerosos no mercado. Na maioria das vezes, temos apenas "mais um produto" ou "mais uma técnica" desprovida da seriedade científica necessária a sua perfeita implementação. Neste século, poderíamos destacar duas intervenções científicas que revolucionaram a vida do homem contemporâneo na sua relação consigo mesmo e com o meio ambiente que o cerca: A Psicanálise e a Ritmanálise. Sobre a primeira, Psicanálise, temos uma quantidade razoável de informações básicas que circulam entre nós, porém, sobre a segunda, Ritmanálise, pouco sabemos ou ouvimos falar. Em razão disto, trazemos para este espaço algumas noções esclarecedoras para o entendimento do que é Ritmanálise.
Bachelard toma de Lúcio Alberto Pinheiro dos Santos os principais pressupostos teóricos da sua "Fenomenologia Rítmica" para empenhar uma interpretação ondulatória do homem, através de uma psicologia do repouso associada a uma filosofia da poesia. Bachelard acredita que "a vida é ondulação" e que "a energia vibratória é a energia da existência", portanto a análise e entendimento da natureza humana, com as suas inúmeras variações rítmicas e ondulatórias, deve ser realizada através da Ritmanálise. Nos ensina Bachelard " (...) toda conquista de estrutura se acompanha de uma harmonização de múltiplos ritmos. A Vida, em seus sucessos, é feita com tempos bem ordenados; é feita, verticalmente, de instantes superpostos ricamente orquestrados; liga-se a si mesma, horizontalmente, pela justa cadência dos instantes sucessivos unificados numa função." Na relação entre Psicanálise e Ritmanálise, Bachelard chama a nossa atenção para os limites da primeira em relação à Segunda: "De modo mais sistemático que a psicanálise, a ritmanálise procura motivos de dualidade para a atividade espiritual. Ela reencontra a distinção das tendências inconscientes e dos esforços de consciência; mas equilibra melhor que a psicanálise as tendências em direção aos pólos contrários, o duplo movimento do psiquismo."
Tentamos, através deste pequeno texto, trazer algumas linhas bem gerais do que é Ritmanálise e o que ela propõe. Obviamente que não conseguimos transmitir a dimensão de toda a sua proposta, em função da limitação deste espaço. Com isso, nos colocamos a disposição dos interessados em conhecer um pouco mais sobre Ritmanálise através de nossos contatos.

Texto escrito em 1999.

Publicado no Jornal Correio Rural

Republicado no site abaixo

http://acidadedesantaisabel.blogspot.com.br/p/raizes-de-viamao.html




quinta-feira, 27 de junho de 2013

Tom Zé


Tom Zé

 

 

A do Latino (blergh!) a gente fez que não viu.

Mas a música que o Tom Zé criou para falar sobre os recentes protestos que estão abalando o Brasil a gente achou que ficou legal. “Povo Novo” foi escrita pelo compositor em parceria com Marcelo Segreto. Já a letra contou a contribuição da socióloga Marília Moscou e de Marcos Preto e Paula Mirhan.

 

 


 

 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

LARVAS








LARVAS

 

Por que não escrever com a luz?

LARVAS

Pálarvas,
Isso é tudo?

MEDO

Você tem medo do que?

Inverno da Existência

O Inverno da Existência vai chegar
para você também!

Está preparado
ou a tua alma é pura bile?

Estacas

Sigo pregando estacas.

E o meu texto?

Eu vivo o meu texto (independente de tudo e de todos).

Se executado for,
meu ultimo pedido:
mais um derradeiro e abençoado texto (comunicação necessária).

HUMANOS

Somos apenas animais
humanos é o que sois,
não importa a origem da nossa raça.

O que importa é a essencia.
Quem está sentado do teu lado agora?

JACQUES JA

Por JacquesJa

O que não esta declarado aqui é balela,
intriga do inimigo,
Poeira da fogueira das vaidades humanas.

Humanus é o que sois,
se não encontrares o teu eu essencial ...
Sinto muito,
vai ter que começar tudo de novo.
Sabe-se lá onde, como e por que.

 

AUE

26/06/2013

 

ANEXO

 

PORTICO

O Projeto Inicial que visava a instalação de pórticos na Cidade de Viamão foi apresentado pela Associação dos Amigos do Patrimônio Cultural de Viamão (AAPC) para a municipalidade em 1999 (os originais estão nos arquivos da AAPC – CESAJO, atualmente na Casa Branca). A proposta era simples: no intuito de trabalhar pela valorização da Cidade e da Cidadania local, propunha-se uma série de iniciativas práticas que liga-sem o viamonense a Viamão (aspecto afetivo do plano sociológico). Seria uma espécie de recuperação da auto-estima (cidadã) de uma comunidade que sofria (e talvez ainda sofra) com o estigma de “Cidade Dormitório”. Lá já se vão mais de uma década e, finalmente, eis o pórtico.

A estrutura principal do pórtico da entrada da cidade (Via RS 040, sentido Porto Alegre – Litoral Norte) foi instalada neste domingo (26/06/2011), após alguns adiamentos ocorridos em função das intempéries climáticas que impediram de ocorrer em datas anteriormente previstas. Há que se fazer algumas considerações sobre o projeto de instalação do pórtico (desenvolvido pelo poder público), a estrutura porticoaria propriamente dita e o entorno do sitio urbano que recebeu o equipamento, contudo reduzimos-no a apenas uma consideração importante, porém breve:

O Site WWW.acidadedesantaisabel.bolgspot foi o primeiro meio midiático local a documentar o ocorrido e também o primeiro a publicar e disponibilizar as imagens referentes ao corrido para a nossa comunidade, através da INTERNET.

 

Mais imagens disponíveis em:





Repercursões da instalação do Pórtico:

Reportagem do SBT sobre o Pórtico.


Link

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

o original está em

 

 

 


 

 

 

 








LARVAS

 

Por que não escrever com a luz?

LARVAS

Pálarvas,
Isso é tudo?

MEDO

Você tem medo do que?

Inverno da Existência

O Inverno da Existência vai chegar
para você também!

Está preparado
ou a tua alma é pura bile?

Estacas

Sigo pregando estacas.

E o meu texto?

Eu vivo o meu texto (independente de tudo e de todos).

Se executado for,
meu ultimo pedido:
mais um derradeiro e abençoado texto (comunicação necessária).

HUMANOS

Somos apenas animais
humanos é o que sois,
não importa a origem da nossa raça.

O que importa é a essencia.
Quem está sentado do teu lado agora?

JACQUES JA

Por JacquesJa

O que não esta declarado aqui é balela,
intriga do inimigo,
Poeira da fogueira das vaidades humanas.

Humanus é o que sois,
se não encontrares o teu eu essencial ...
Sinto muito,
vai ter que começar tudo de novo.
Sabe-se lá onde, como e por que.

 

AUE

26/06/2013
 
 
 

 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Cais do Porto de Porto Alegre

Estudo Antropológico de um espaço urbano singular:
Cais do Porto de Porto Alegre
(ou da cidade que tem porto até no nome)
Pesquisador: Jaques Xavier Jacomini
Orientadoras: Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS)
Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas (IFCH)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
 
 
 
 
 
 

Jacques Jacomini


sexta-feira, 21 de junho de 2013

MORRO SANTANA




TRIBUTO AO MORRO SANTANA


Ao Cair da Tarde nos pés da Capela de Santa Ana

Finda o dia aos pés do Morro de Santa Ana (ou Santana).
Aquela luz, altiva e forte, que nascera contemplando o vale,
Agora desce lenta e calma, para descansar em definitivo atrás do oiteiro de Ornelas.

Protegidos no interior do vale,
Toda uma nação também se prepara para o repouso diário.
A noite pode ser fria, mas o vento não nos alcança,
Graças ao poder incomensurável da tua proteção, ó imenso parceiro !!
Já nos denominaram de “Campos de dentro de Viamão”,
Cultura endógena facultada claramente a quem nos protege e estimula, Morro de Santa Ana.

Em nome de uma tal de “Cultura Material”, te escavam, te corrompem, te dilaceram buscando acesso ao teu passado nos sítios arqueológicos que guardas como prova da tua história e magnitude.
Para preservar a tua integridade, a tua forma e tua face nada mais racional do que “escavar” apenas os teus sítios mnemônicos, presentes no imaginário dos teus filhos que guardam com carinho tuas lembranças.

Em nome de uma tal “Dinâmica Urbana”, te alteram, te danificam, te ferem, quase te exterminam. É a luta pela vida, pela permanência da existência das vidas humanas que só existem no interior desta capela graças a tua magnifica existência.
Contudo, a tua sabedoria e bondade é maior do que a atrocidade e a brutalidade humana que te aflige, pois permanece altivo e forte fornecendo o pão que alimenta o teu povo, a lenha que aquece nas noites frias de inverno e os sonhos que alimenta as almas daqueles que por opção ou necessidade vivem nas tuas encostas.


Ao Cair da Tarde nos pés da Capela de Santa Ana

A tua história de vida é secular nesta retomada diária de nascimento e ocaso do amigo sol. A minha é reduzida a algumas décadas em que acompanho atento o momento em que guardas o sol a tuas costas.
E só para lembrar, tudo começou com um desbravador, homem leal, forte e aguerrido, oriundo da Ilha de Madeira, Portugal, chamado Jerônimo de Ornelas Menezes e Vasconcelos. Depois veio o Inácio de Francisco que comprou a estancia de Jerônimo. Logo após vieram os religiosos Padres José Gomes de Farias e Manoel Garcia de Mascaranhas. O capitão Pedro Lopes Soares viria a sucedê-los e tantos outros que hoje seria impossível enumerá-los.
Na contingência desta linhagem, tão altiva e magnânima quanto a tua própria existência, eu me apresento como herdeiro desta tradição, como soldado de defesa da tua imagem, da tua história e da tua própria permanência entre nós.
A defesa da tua integridade física, histórica e cultural é uma obrigação tácita para as gerações que nos sucederão neste universo protegido, hoje conhecido pela denominação também religiosa de uma outra santa, a Santa Isabel (da Hungria). As dificuldades do teu povo que escolheu a Santa Isabel como sua padroeira por se tratar da santa protetora dos pobres, doentes e necessitados amplia o contraste com a abundância e a riqueza das tuas potencialidades naturais.


Ao Cair da Tarde nos pés da Capela de Santa Ana

Guapira opposita (Vulgo maria-mole), mata-olho, araçá do mato, capororoca, tanheiro, cafeeiro-do-mato, Moritzia ciliata, Schlechtendalia luzulaefolia, ...
Estas são algumas das espécies vegetais que abrigas.
Ponto culminante desta região, do alto dos teus 311 metros é possível avistar quase tudo ao teu redor. Contudo, a essência do teu cume não está na tua forma, mas na tua rica história.

Já te ameaçaram muito, das tuas entranhas extraíram madeira, pedras, água.
Talvez este tenha sido o preço que tevês que pagar para abrigar e fomentar a população que hoje vive no teu vale.
Apesar das inúmeras cicatrizes que te deixaram, a tua natureza respondeu mais alto, renovando o teu potencial hídrico, vegetal e paisagístico.
Além desta ameaça física, direta e explicita, acredito que a maior ameaça que sofres é outra. Mais contumaz pela sua própria especificidade, silenciosa, sorrateira e paulatina, a maior ameaça que sofres talvez seja o esquecimento da tua história
O desconhecimento da tua magnitude e
O desprezo pela tua importância natural, histórica e cultural.
Neste sentido, a nação que tanto protegeste e que proteges tem uma imensa dívida.
O povo do Vale de Santa Ana (ou da Santa Isabel) te deve este reconhecimento.

Resgatando a minha parcela nesta dívida, te dedico estas palavras, como quem escreve uma carta para um pai que de não muito distante protege os seus filhos, mesmo que estes, por vezes, não o perceba.


Jacques Jacomini

Fonte


 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

terça-feira, 18 de junho de 2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

OMAR

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 














 

Omar Khayyam


 
 
 
 
 
Noite, silêncio, folhas imóveis;

imóvel o meu pensamento.

Onde estás, tu que me ofereceste a taça?

Hoje caiu a primeira pétala.

Eu sei, uma rosa não murcha

perto de quem tu agora sacias a sede;

mas sentes a falta do prazer que eu soube te dar,

e que te fez desfalecer.

 

Acorda... e olha como o sol em seu regresso

vai apagando as estrelas do campo da noite;

do mesmo modo ele vai desvanecer

as grandes luzes da soberba torre do Sultão.

 

Omar Khayyam

Por

Alfredo Braga

 

Fonte:

http://www.alfredo-braga.pro.br/poesia/rubaiyat.html

 

Omar


Construtores II


 
 
Construtores II      

A parede: de tijolo em tijolo, uma parede. Sem medo de ser feliz.

Eu “falei” aqui, ainda ontem sobre construção. Vamos relembrar? A construção requer, além de força, paciência e inteligência. Somos construtores de mãos limpas. O poder de um forte e sincero abraço pode surpreender até os mais atentos. Volto ao tema, pois recebi muitas mensagens questionando o teor das afirmativas expostas.

A “Casa Branca” está em processo de construção. Isto é um fato. Além disto, declino que, a par dos contra-tempos inerentes a qualquer processo construtivo, estou em PAZ, aguardando a estação do ibernamento. As construções são bem vindas, pois animam-me diante de novas possibilidades. Construir é sinônimo de edificar, erguer estruturas. Sonho desestruturado é devaneio. E o devaneio poético? É o espírito que busca ajuda na literatura. Entende? Construção, espírito, literatura. É o Jacques viaja demais, disse um transeunte que passou por aqui. De fato, tenho feito movimentos do centro para a periferia e vice versa.

Eu quero chamar a sua atenção sobre a imponência (quase absoluta) de uma força chamada “Medo”. Para todos aqueles que já passaram lá na guia lateral do blog denominada “Agosto”, isto não é novidade, pois eu trabalhei, de forma sucinta, este tema naquela oportunidade: “O medo é um sentimento extremamente variável. Está sempre ligado a sensações construídas no âmbito das relações humanas. Pode-se dizer que é uma espécie de “lenitivo”, (...)".Sem medo de ser feliz, quero ver chegar, (...). Lembra daquela canção que embalava os nossos sonhos na década de oitenta? Então!? É o famoso (e precário) medo que permeia as nossas relações, o tempo todo. Eu gostaria que você refletisse um pouco sobre todo este contexto aqui elencado.

A conclusão deste vem recheada com as palavras de um mestre que nos apresenta a possibilidade de acessar uma espécie de “vacina espiritual”. Sri Prem Baba afirmou em uma das suas conferencias: “O que somos na essência é amor. O amor é a seiva da vida. Há que se ter coragem para desvendar o amor. Desvendar o Amor significa remover as máscaras e todos os mecanismos de defesa que fomos aprendendo a usar ao longo da vida. A Verdade revela o amor”(...).

 

 

 


 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Just Diferents

Somos Apenas Diferentes


Somos Apenas Diferentes (Just Diferents)
A nova fase . Acabou maio. Inicia junho.
Artemis foi a publicação mais visitada no mês de maio. Artemis era um cão especial. Tililim é especial. Queremos que você esteja conosco neste mês de junho, porque você é uma pessoa especial (assim como nós). Para atar (em definitivo) esta parceria, gostaríamos de pedir a sua atenção para o vídeo “Just Diferents”. Assista esta linda mensagem de “Amor” (Amor a Vida).

“Just Diferents”.

Artemis

YOU TUBE






LISTA de Reprodução no YOU TUBE

 

Gente,

Eu tenho uma lista de reprodução de vídeos bem legais que eu recomendo os nossos amigos assistir. Dá uma olhada. Vale a pena.

 

Link abaixo: