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domingo, 29 de julho de 2012

Gilberto Pinheiro





CAMPOS MÓRFICOS
(ANIMAIS E A TELEPATIA)
MUDANÇA DE HÁBITOS,
por Gilberto Pinheiro


Até bem pouco tempo, a humanidade olhava os animais domésticos como simples seres, apenas, para companhia ou tomar conta de suas casas. Não entendia que ali estava um ser ...vivo. Atualmente, essa visão distorcida foi tratada com lentes de contato e hoje, sem dúvida, os animais são vistos com olhos da comiseração, bondade, do amor e afetividade, como se fossem muito mais que simples  companheiros ou guardiães de nossos lares. Hoje sabemos que os animais são seres sencientes, ou seja, que têm sensações.  Inclusive, sabe-se atualmente que os animais podem comunicar-se telepaticamente com seus tutores, sabendo quando os mesmos estão chegando em casa, antevendo o acontecimento.


Estudos do cientista e biólogo inglês, Rupert Sheldrake, autor do livro Cães Sabem Quando Seus Donos Chegam, revelam essa propriedade dos animais, chamando-a de Teoria dos Campos Mórficos, ou campos de energia dos laços afetivos entre pessoas, grupos de animais, gatos, cães, peixes, etc.
Sheldrake estudou esses fenômenos por mais de cinco anos sucessivos, ouvindo, inclusive, depoimentos de pessoas que têm animais em seus lares, na verdade, mais de duzentos exemplos, consolidando seus estudos.


UM TABU
Um tabu que precisa ser superado é o fato de pessoas considerarem apenas animais domésticos, cães, gatos, dignos de serem respeitados e amados, como se os demais pudessem ser mortos, vivendo à mercê das decisões humanas. Bodes, cabras, cavalos, todos os animais, inclusive, silvestres, são seres sencientes, por isso, não podem sofrer.
 Culturas centenárias como a alimentação humana com carne animal, aos poucos serão deixadas de lado. É incompreensível, por exemplo, que pessoas matem de forma cruel e dantesca siris, carangueijos, colocando-os vivos em panelas com água fervente. É preciso ter u m mínimo de humanidade e somatizar  o sofrimento do animal. Não é possível que as pessoas que têm essa rude prática de alimentar-se desses animais não imaginem o sofrimento desses nossos irmãos.  Água fervente, matando o animal aos poucos???
De que adianta certas pessoas frequentarem templos religiosos e praticarem essa perversidade?
De nada vale essas pessoas rezarem, irem à missa, aos centros espíritas e não reformarem seus hábitos. Se  os animais pudessem falar, implorariam  a misericórdia, pedindo para viver. Nasceram condenados à dor pelos humanos. Por que teríamos esse direito sobre a vida dos animais? Quem nos outorgou esse arbítrio de matá-los para nossa alimentação????
E o decepcionante é que nenhuma religião conscientiza aos fieis para abandonarem o hábito dessa alimentação. O cristianismo autêntico contempla, protege e ensina-nos a amar os animais. Contudo, muitos ainda não decodificaram essa mensagem. Eu já citei um acontecimento que corrobora minhas palavras e irei rememorá-lo: há três meses, o padre Marcello Rossi foi a um programa televisivo de culinária, ensinando a preparar carne de ovelha. Onde está o Cristianismo desse sacerdote?
Em vez de conscientizar os fieis que devemos respeitar os animais, estimula a alimentação com a carne desses irmãos.

MODIFICAR HÁBITOS
É indispensável a mudança de hábitos, deixar os animais viverem com dignidade. Respeitar toda a fauna existente no mundo, pois quem mata um animal com esta forma cruel, com toda a certeza ainda é um ser humano inferior, de nada lhe adiantando a inteligência e as emoções que gotejam em sua alma rude e ignara. Outro absurdo atávico, que vem de séculos, é a mentalidade medieval de aprisionar pássaros em gaiolas. Observa-se que todas as pessoas que têm esse nefasto hábito, são pessoas rudes, sem instrução e que deturpam a razão de viver dos animais. Pássaros nasceram para ser livres e quem os aprisiona em gaiolas não valoriza a liberdade.



 Fonte:

sábado, 21 de julho de 2012

Consciência





Consciência

“Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida”.

"Não é mais possível dizer que não sabíamos"
 Philip Low


Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas.

São Paulo - O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente.
Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.
Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:

ENTREVISTA

Veja.com - Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito?
Philip Low - Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.
Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low
Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas

Veja.com - Quais animais têm consciência?

P. L. -Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

Veja.com - É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos?
P. L. - Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Veja.com - Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência?
P. L. - Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

"Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low
Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas


Veja.com - Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais?

P. L. - Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Veja.com - Qual é a ambição do manifesto?
P. L. - Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

Veja.com - As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento?
P. L.  - Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

Veja.com - O que pode mudar com o impacto dessa descoberta?
P. L. - Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.


Fonte:

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Crueldade Nunca Mais - Petição


 


CARTA ABERTA A FAVOR DA VIDA

A atual legislação é muito branda, no que tange à penalização para quem comete crimes contra animais, e a sociedade brasileira tem se revoltado, e se manifestado, diante das atrocidades cometidas contra os indefesos, demonstrando seu anseio por uma penalização maior para tais atos. 
Está em discussão a reforma do Código Penal Brasileiro, e há notícias de que a Lei dos Crimes Ambientais, 9605/98, cujo artigo 32 criminaliza os atos de crueldade contra animais, seria encampada no Novo Código Penal, e que as condutas já previstas como crime passariam a ser consideradas meras infrações administrativas, sendo punidas, unicamente, com o pagamento de multas.
Os animais pedem ajuda! Junte-se a nós, e lute por eles!
 

Leia e ASSINE:











quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Animais - Abreu





"Ninguém,
absolutamente ninguém,
faz nada pelos animais
 em Viamão"

Cristiano Abreu

Diário de Viamão de 12/01/2012
Página 06
http://www.diariodeviamao.com.br/


A imagem publicada acima é de Celitite (Celito Esteves).
Para saber mais sobre a "Família Esteves", visite publicações anteriores desta página.



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

CAMPOS MÓRFICOS

 

 

CAMPOS MÓRFICOS (ANIMAIS E A TELEPATIA) MUDANÇA DE HÁBITOS, por Gilberto Pinheiro

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Até bem pouco tempo, a humanidade olhava os animais domésticos como simples seres, apenas, para companhia ou tomar conta de suas casas. Não entendia que ali estava um ser ...vivo.
Atualmente, essa visão distorcida foi tratada com lentes de contato e hoje, sem dúvida, os animais são vistos com olhos da comiseração, bondade, do amor e afetividade, como se fossem muito mais que simples  companheiros ou guardiães de nossos lares.

Hoje sabemos que os animais são seres sencientes, ou seja, que têm sensações.  Inclusive, sabe-se atualmente que os animais podem comunicar-se telepaticamente com seus tutores, sabendo quando os mesmos estão chegando em casa, antevendo o acontecimento.

Estudos do cientista e biólogo inglês, Rupert Sheldrake, autor do livro Cães Sabem Quando Seus Donos Chegam, revelam essa propriedade dos animais, chamando-a de Teoria dos Campos Mórficos, ou campos de energia dos laços afetivos entre pessoas, grupos de animais, gatos, cães, peixes, etc)

Sheldrake estudou esses fenômenos por mais de cinco anos sucessivos, ouvindo, inclusive, depoimentos de pessoas que têm animais em seus lares, na verdade, mais de duzentos exemplos, consolidando seus estudos.

UM TABU

Um tabu que precisa ser superado é o fato de pessoas considerarem apenas animais domésticos, cães, gatos, dignos de serem respeitados e amados, como se os demais pudessem ser mortos, vivendo à mercê das decisões humanas. Bodes, cabras, cavalos, todos os animais, inclusive, silvestres, são seres sencientes, por isso, não podem sofrer.

Culturas centenárias como a alimentação humana com carne animal, aos poucos serão deixadas de lado. É incompreensível, por exemplo, que pessoas matem de forma cruel e dantesca siris, carangueijos, colocando-os vivos em panelas com água fervente. É preciso ter u m mínimo de humanidade e somatizar  o sofrimento do animal. Não é possível que as pessoas que têm essa rude prática de alimentar-se desses animais não imaginem o sofrimento desses nossos irmãos.  Água fervente, matando o animal aos poucos???

De que adianta certas pessoas frequentarem templos religiosos e praticarem essa perversidade?
De nada vale essas pessoas rezarem, irem à missa, aos centros espíritas e não reformarem seus hábitos.
Se  os animais pudessem falar, implorariam  a misericórdia, pedindo para viver. Nasceram condenados à dor pelos humanos. Por que teríamos esse direito sobre a vida dos animais? Quem nos outorgou esse arbítrio de matá-los para nossa alimentação????

E o decepcionante é que nenhuma religião conscientiza aos fieis para abandonarem o hábito dessa alimentação.
O cristianismo autêntico contempla, protege e ensina-nos a amar os animais. Contudo, muitos ainda não decodificaram ess a mensagem. Eu já citei um acontecimento que corrobora minhas palavras e irei rememorá-lo: há três meses, o padre Marcello Rossi foi a um programa televisivo de culinária, ensinando a preparar carne de ovelha. Onde está o Cristianismo desse sacerdote?
Em vez de conscientizar os fieis que devemos respeitar os animais, estimula a alimentação com a carne desses irmãos.

MODIFICAR HÁBITOS

É indispensável a mudança de hábitos, deixar os animais viverem com dignidade. Respeitar toda a fauna existente no mundo, pois quem mata um animal com esta forma cruel, com toda a certeza ainda é um ser humano inferior, de nada lhe adiantando a inteligência e as emoções que gotejam em sua alma rude e ignara.

Outro absurdo atávico, que vem de séculos, é a mentalidade medieval de aprisionar pássaros em gaiolas. Observa-se que todas as pessoas que têm esse nefasto hábito, são pessoas rudes, sem instruç o e que deturpam a razão de viver dos animais. Pássaros nasceram para ser livres e quem os aprisiona em gaiolas não valoriza a liberdade.



 Fonte:http://www.institutoninarosa.org.br/textos/420-campos-morficos-animais-e-a-telepatia-mudanca-de-habitos-por-gilberto-pinheiro