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sábado, 17 de março de 2012

NÃO MATE - BIKE






Carta do 1º Fórum Mundial da Bicicleta
Os participantes do 1º Fórum Mundial da Bicicleta, reunidos em Porto Alegre entre 23 e 26 de fevereiro de 2012, após intensos e ricos debates, decidiram aprovar as seguintes ideias, a serem ampliadas e discutidas até à realização do próximo Fórum:
FELICIDADE
1) A bicicleta é um símbolo e um instrumento para a busca da felicidade agora.
SUSTENTABILIDADE
2) A bicicleta é um meio de transporte democrático sustentável e pode ajudar a salvar o planeta para as presentes e futuras gerações.
VIDA COMUNITÁRIA
3) A bicicleta proporciona o encontro das pessoas. A apropriação efetiva dos espaços públicos valoriza a vida comunitária e o compromisso do cuidado com a cidade.
POLÍTICAS PÚBLICAS
4) A bicicleta representa uma demanda social de inversão das políticas públicas atuais, que priorizam o transporte individual motorizado
CIDADES MAIS HUMANAS
5) A bicicleta está ligada ao conceito de Cidades Mais Humanas onde a segurança, a sociabilidade, a acessibilidade, a solidariedade e o bem estar das pessoas tenham prioridade sobre o fluxo de veículos automotores.
DEMOCRACIA
6) A bicicleta é uma forma de participar ativamente da vida da cidade. A democracia direta é um dos pilares que devem guiar todas as decisões que afetam a coletividade.
PAZ NO TRÂNSITO
7) A bicicleta é um símbolo de paz no trânsito e os usuários desejam tão somente partilhar as ruas. O Fórum Mundial da Bicicleta rechaça a ideia de existência de um conflito com motoristas. A escolha do modo de transportar-se não coloca as pessoas em campos conflitantes.
SAÚDE
8 ) A bicicleta tem grande potencial para buscar saúde preventiva da população, através de um estado completo de bem estar físico, mental, espiritual e social.
FORMAÇÃO DE REDES
9) A bicicleta trouxe pessoas do mundo todo para Porto Alegre. Um dos maiores ganhos do 1º Fórum Mundial da Bicicleta foi o fortalecimento e o efeito multiplicador que a troca de experiências entre pessoas de distintos lugares e realidades diferentes, o que criou uma rede de pessoas que juntas vêem na bicicleta o símbolo de um outro mundo possível.
HORIZONTALIDADE
10) A bicicleta uniu as pessoas que, de forma horizontal e voluntária, organizaram o 1º Fórum Mundial da Bicicleta. As próximas edições deverão seguir os mesmos princípios, podendo ser organizado em outros lugares e datas, sem rigidez ou alguma outra forma de centralismo.








 
Monark Brisa Junto a Usina do Gasometro
Imagem fotografica de JacquesJa



Assista o Vídeo

PEDALAR - BICICLETADA - fabiomaciel - 2Rodas




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Chris Carlsson no Forum Mundial da Bicicleta




"Esse acidente de Porto Alegre
foi o pior que já aconteceu
com o Massa Crítica".

Chris Carlsson


Veja entrevista integral com Chris Carlsson  em

http://portoimagem.wordpress.com/2012/02/24/massa-critica-nao-surgiu-para-protestar-aponta-o-idealizador-do-grupo/







Imagem de jacquesja. Fórum Mundial da bicicleta.

Painel

Cicloativismo: Bicicletada/Massa
Crítica, o cicloativismo como agente
de mudança para cidades mais
humanas

Painelistas
Chris Carlsson (escritor e cicloativista - São Francisco - EUA)
Thiago Bennichio (Ciclocidade - SP) e
Marcos Juliano (Votolivre.org - Curitiba - PR)
Sábado 25/2/2012

  http://forummundialdabici.com/












Libre

A escrita me permitiu produzir um texto que denominei “Libre”. É uma página importante para “O Conjunto da Obra”, mas não vamos cansá-los com isto agora. Fica apenas o convite para que ouçam as canções que seguem:

Grito dos Livres
Quando os campos deste sul eram mais verdes
Índios pampeanos que habitavam o lugar
Foram mesclando com a raça do homem branco
Recém chegado de querências além mar
E o novo ser que se formou miscigenado
Virou semente, germinou e se fez povo
E um grito novo ecoou no continente
Lembrando a todos que esta terra tinha dono
Enquanto o gaúcho for visto no pampa
Enquanto essa raça teimar em viver
O grito dos livres ecoará nesses montes
Buscando horizontes libertos na paz
No grito do índio, o grito inicial
Com cheiro de terra no próprio ideal
De amor à querência liberta nos pampas
Gerada em estampas do próprio ancestral
A nova raça cresceu e traçou limites
Que bem demarcam a extensão dos ideais
E o mesmo povo hoje repete o grito
Alicerçado nas raízes culturais
A liberdade não tem tempo nem fronteiras
O homem livre não verga e não perde o entono
Vai repetindo a todos num velho grito

Passam os tempos mas a terra ainda tem dono
Do grito do índio, aos gritos atuais
Há cheiro de terra nos próprios ideais
De um povo sofrido, ereto em vontade
De escrever liberdade nos seus memoriais
Enquanto o gaúcho for visto no pampa
Enquanto essa raça teimar em viver
O grito dos livres ecoará nesses montes
Buscando horizontes libertos na paz
Enquanto o gaúcho for visto no pampa
Enquanto essa raça teimar em viver
O grito dos livres ecoará nesses montes
Buscando horizontes libertos na paz

Semente
Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
De onde veio
De onde apareceu
Porque que o meu destino
É tão parecido com o seu?
Eu sou a terra
Você minha Semente
Na chuva a gente se entende
É na chuva que a gente se entende
Oh Semente!
Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente eu sei
Tem gente que ainda acredita
E aposta na força da vida
E busca um novo amanhecer
Lá vem o sol
Agora diga que sim
Semente eu sou sua terra
Semente pode entrar em mim...
Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Se nao mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Se conseguir
Aquilo que você quer
E conseguir manter
A nobreza de ser quem tu é
Tenha certeza
Que vai nascer uma planta
Que a flor vai ser de esperança
De amor pro que der e vier
Oh Mulher!
Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Se nao mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Se conseguir
Aquilo que você quer
E conseguir manter
A nobreza de ser quem tu é
Tenha certeza
Que vai nascer uma planta
Que a flor vai ser de esperança
De amor pro que der e vier
Oh Mulher!
Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Se nao mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente, semente, semente
Semente, semente
Se não mente fale a verdade
De que árvore você nasceu?
Semente, Semente, Semente
Semente, Semente
Não mente!

La Vida Es Un Carnaval
Todo aquél que piense que la vida es desigual
tiene que saber que no es así
Que la vida es una hermosura, hay que vivirla
Todo aquel que piense que está solo y que está mal
Tiene que saber que no es así
Que en la vida no hay nadie solo, siempre hay alguien
Ay, no hay que llorar
Que la vida es un carnaval y es más bello vivir cantando
Oh oh oh ay no hay que llorar
que la vida es un carnaval y las penas se van cantando
oh oh oh ay no hay que llorar
Que la vida es un carnaval y es más bello vivir cantando
Oh oh oh ay no hay que llorar
que la vida es un carnaval y las penas se van cantando
Todo aquel que piense que la vida siempre es cruel
Tiene que saber que no es así
Que tan solo hay momentos malos y todo pasa
Todo aquel que piense que esto nunca va a cambiar
Tiene que saber que no es así
Que al mal tiempo buena cara y todo cambia
Ay, no hay que llorar
Que la vida es un carnaval y es más bello vivir cantando
Oh oh oh ay no hay que llorar
que la vida es un carnaval y las penas se van cantando
oh oh oh ay no hay que llorar
Que la vida es un carnaval y es más bello vivir cantando
Oh oh oh ay no hay que llorar
que la vida es un carnaval y las penas se van cantando
Carnaval, es para reir
No hay que llorar, para gozar
Carnaval, para disfrutar
hay que vivir cantando
Carnaval, la vida es un carnaval
No hay que llorar, todos podemos cantar
Carnaval, ay señores
Hay que vivir cantando
Carnaval, todo aquel que piense
Que la vida es cruel
Carnaval, nunca estará solo
Hay que vivir cantando, Dios está con él
Para aquellos que se quejan tanto
Para aquellos que solo critican
Para aquellos que usan las armas
Para aquellos que nos contaminan
Para aquellos que hacen la guerra
Para aquellos que viven pecando
Para aquellos que nos maltratan
Para aquellos que nos contagian






 


Libre

A estação está no fim. A motivação no início. Libre como um Ybiá.
Vivemos o verão de 2012 (um novo tempo). Contudo, nada é para sempre. Caminhamos para o final da estação mais quente do ciclo. Logo ali, dobrando a esquina, iremos encontrar o outono, preparação para o inverno, estação mais fria do ciclo. Alegro-me, sobremaneira, em sentir que pós tudo isso vou ver a prima (a primavera do ano do dragão).
Início, meio e fim são faces de uma mesma rocha. Tudo o que inicia finda. E a tal de motivação? Sim! Sim!Como poderia deixá-la ao lado?! A motivação está no início (ou iniciando). Na verdade este Novo Tempo que passamos a cantar (somente) agora 2012 (5) brotou em 2008 (1). Ciclos exagonais (5), entende? Não. Não entendeu?! Deixa pra lá. Acompanhe (com calma e atenção) que você acaba entendendo tudo. Estamos indo para o Fórum Mundial da Bicicleta e isso é muito bom. Irmanados em um grupo de pessoas que acreditam em um Novo Tempo, somos mais fortes. Enfileirados com pessoas que celebram a vida, somos mais vita. Ladeados com entusiastas da propulsão humana , somos mais bicicleta. Associados com os amigos do pedal, somos mais bicicletada.
A Liberdade nasce no coração. A mente ... a mente fala. O Coração sente (intui). A mente produz estratégias mentais, o coração AMA (Desinteressadamente). A mente? A mente (invariavelmente) mente (monta ciladas). O coração rega a semente (De que arvore você nasceu? De que árvore você nasceu? ouça a música de Armandinho: Semente;). Libre, libre como um pássaro. Eu Amo os Pássaros, pois nos ensinam o que é Libertá. Os pássaros não mentem. Eu amo as pessoas que amam os pássaros. Você quer saber mais sobre Os Caminhos do Coração? Vá falar com o Si Prem Baba que tem muito a dizer sobre isto (de coração). E Pinhal? Abreus a parte, eu amo a humildade do Balneário Pinhal.  

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mobilidade Urbana - Berlineta



“Tem gente que quase perdeu o uso das pernas: desce de elevador até a garagem, dirige até o estacionamento do trabalho, onde pega o elevador até o escritório. Vive no ar-condicionado. Acossado por médicos, doenças e barriga, caminha no mesmo lugar, na esteira. A bicicleta vem reconquistando terreno como esporte e lazer. Precisa ser meio de transporte. É só uma questão de mentalidade”.
Juremir Machado da Silva


Contribuições para o debate sobre a questão da Mobilidade Urbana na Periferia de Porto Alegre - O uso da bicicleta em Meio Urbano – Estudo de Caso: CALOI Berlineta 1978 – Santa Isabel – Viamão / RS.
É possível realizar um deslocamento para o litoral utilizando transporte alternativo (coletivo + Bike)?

SIM ?!

ou

NÃO?!
Fiz esta pergunta ontem aqui neste espaço. Já há uma resposta: SIM!
É possível, basta querer.
O Fato é: “A Cultura do automóvel é muito forte” Z
Contudo, é necessário resistir.
Faça o teste e saia do lugar comum (do assento). O uso do automóvel gera um círculo de escravidão e provoca diversos males para o indivíduo (obesidade, depressão, estres / estresse, entre outros).

Leia
 “O Apocalipse Motorizado”
Visite

Veja a imagem abaixo:




Uma bicicleta, certo?!
Antiga, muito, antiga.

Ela tem um diferencial: é  D O B R A V E L
Ou seja, facilita o transporte.



A seguir, a bike dobrada:







 E agora voce vai vê-la embalada para a viagem:


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Animais - Abreu





"Ninguém,
absolutamente ninguém,
faz nada pelos animais
 em Viamão"

Cristiano Abreu

Diário de Viamão de 12/01/2012
Página 06
http://www.diariodeviamao.com.br/


A imagem publicada acima é de Celitite (Celito Esteves).
Para saber mais sobre a "Família Esteves", visite publicações anteriores desta página.